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Ataque decide novamente e Paysandu segue líder

Na noite desta quinta-feira (23), o Paysandu enfrentou o Castanhal, no Estádio Maximino Porpino. O jogo era válido pela sexta rodada do Parazão, mas já valia como o “returno”, tendo em vista que o Papão já enfrentou o Japiim no Campeonato e venceu com o placar de 3x0 na Curuzu.

A partida não foi muito movimentada. Mas começou parecendo que seria. Aos 4’, o Castanhal chegou pela primeira vez no ataque, depois de um escanteio, Wilkerson desviou de cabeça para gol, entretanto, a bola acabou saindo pela linha de fundo. O Paysandu só conseguiu responder depois de 13 minutos, quando Ayrton cobrou falta pela lateral direto no gol e Marcelo Valverde se esticou para fazer a defesa.

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Os dois times tinham dificuldade para chegar na área adversária e muitas das jogadas acabavam no meio de campo. Aos 27’, o Lobo chegou, quando Rodrigo Andrade fez uma bela jogada e botou Bergson na cara do gol, o atacante demorou para chutar e Carlinhos Rocha apareceu para abafar o chute. Passados 17 minutos, o time aurinegro teve a melhor chance do primeiro tempo, Paulo Roberto recebeu a bola e ficou de cara com Emerson, que fez grande defesa.

No segundo tempo, o Japiim começou atacando e após bola alçada na área, Augusto cabeceou para o fundo das redes, em posição irregular, que logo foi assinalada pelo juiz. Aos 16’, Ayrton sofreu a falta e ele mesmo cobrou, Perema desviou de cabeça para o meio da pequena área e Alfredo mandou para o gol, quando a bola estava entrando, Bergson apareceu para dar seu toque e abrir o placar.

Depois do gol, os lances perigosos não ocorreram mais, com pouca movimentação e poucas emoções acabou o jogo no Modelão com placar de 1x0 para o clube belenense.

Próximo confronto: O Paysandu volta a jogar somente no dia 4 de março, estreando na Copa Verde com o Galvez-AC, fora de casa, na Arena da Floresta. A partida ocorrerá às 17h de Rio Branco e às 19h de Belém.

Palavra da colunista: É muito difícil falar de um jogo como este, aonde vimos pouquíssima criação. A escalação, embora tenha uma importante colaboração para isso, é a mais correta para o clube no momento atual. Com três volantes e três atacantes. É complicado botar a responsabilidade de criação nas costas de volantes, o que acaba fazendo com que os atacantes tenham que voltar para buscar algumas bolas no meio, pois as bolas nem sempre chegam com qualidade.

No mais, é preciso citar a insegurança que temos ao ver Lombardi de volta aos gramados como zagueiro titular (e capitão). Não tem confiança e preocupa a torcida. E falar o quanto William Simões desaparece em campo, sem nos convencer do motivo da sua titularidade absoluta. Nessa quinta, vimos Chamusca inventar e improvisar jogador sem motivo. No meio do segundo, ele resolveu testar Ayrton, que vinha fazendo uma boa partida, no meio de campo. A atuação como meia não prejudicou e ele até que conseguiu acertar alguns lances. Mas para que isso, Chamusca? 

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