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Freio na recuperação: Paysandu perde e se aproxima Z4

Depois de duas vitórias seguidas, o Paysandu foi ao Estádio Bento de Freitas, buscando continuar a boa sequência e seguir subindo na tabela, diante do Brasil de Pelotas, que figurava a primeira posição fora da zona de rebaixamento.

O Xavante começou o primeiro tempo como todo bom mandante e com dois minutos de jogo, já levava perigo para a defesa do Lobo, quando Itaqui colocou a bola na área e Leandro Camilo subiu mais alto que todo mundo para mandar para o gol, mas a bola parou no travessão. O clube paraense tentou a resposta três minutos depois, quando Bergon abriu para Magno cruzar na pequena área, porém Marcão não conseguiu alcançar e a bola passou por todo mundo.

O rubro-negro mantinha a posse e era responsável pela maioria das jogadas, entretanto, quase sempre falhava no último passe. Até que aos 31’, numa bola parada, o time gaúcho chegou ao gol, quando Itaqui cobrou uma bela falta e acertou a meta de Marcão. No segundo tempo, ambos os times voltaram sem alterações e a postura parecia que continuaria a mesma. Logo com um minuto de jogo, o Paysandu já sofria com investida do Brasil de Pelotas. O time gaúcho chegou com Sciola, que mandou na cabeça de Lincom e o centroavante desviou para fora.

(Foto: Carlos Insaurriaga/GE Brasil)
Logo a postura alviazul mudou e o time teve uma sequência de chances perdidas, na última, aos 8’, Lombardi, sozinho, com o gol aberto para marcar, não calibrou o chute e mandou um chutaço para fora. No lance seguinte, o zagueiro apareceu errando novamente, fez falta próximo a área e Nem, camisa 10 rubro-negro, cobrou e o goleiro Marcão ajudou no desvio para dentro, ampliando o placar, afirmando a máxima “quem não faz, leva”.

O time paraense não se “abalou” com o gol e continuou a investir no ataque, fazendo um segundo tempo muito melhor que o primeiro. Aos 27’, finalmente, o Papão foi recompensado. Após cobrança de escanteio de Ayrton, Rodrigo levantou a bola na área e ela sobrou para Marcão, que tentou um “voleio” e acertou o gol de Marcelo Pitol, diminuindo para os visitantes. No minuto seguinte, o tempo “fechou”. Após uma falta de Gualberto em Marcinho, o atacante foi para cima do zagueiro e acabou sendo expulso.

Com um a mais, o Paysandu tinha mais espaço para as infiltrações e as jogadas acabaram fluindo melhor. Mas mesmo com inúmeras oportunidades para marcar, o time não conseguiu sair de trás no placar e a partida acabou assim: Brasil de Pelotas 2x1 Paysandu. Com isso, o clube paraense assumiu o 16º lugar na tabela.

Próximo confronto: O Paysandu volta a jogar nesta sexta-feira (28), no Mangueirão, contra o Ceará, atual 11º colocado e time do ex-treinador do clube alviazul, Marcelo Chamusca. A partida ocorre às 21h30.

Palavra da colunista: Apesar do confronto ser fora de casa, a expectativa para o jogo estava grande. Com o adversário em má fase e após duas vitórias seguidas, esperava-se ao menos um empate, para manter a sequência positiva do time. Porém, falhas individuais acabaram resultando numa derrota considerada “injusta” por muitos, pelo desempenho apresentado pela equipe no segundo tempo.
                                      
O Paysandu escolheu, mais uma vez, jogar um tempo só. No primeiro, praticamente só se defendeu, quase não chegou a ameaçar a defesa rubro-negra. Mas no segundo tempo, o time evoluiu e “mereceu” mais a vitória. De fato, o jogo se resolveu em detalhes e o placar de 2x1, com dois gols de bola parada, deixam isso claro.

A melhora evidente da equipe no segundo tempo deu visibilidade àqueles que não souberam acompanhar a evolução. Quem obviamente não acompanhou o time, foi Lombardi, que a cada jogo só se mostra mais prejudicial a equipe. Perdeu um gol sozinho e na sequência fez a falta que resultou no gol. E falando no gol, no segundo, Marcão teve uma grande parcela de culpa. Praticamente colocou a bola dentro do gol.

Um dos destaques positivos da partida se dá ao técnico Marquinhos Santos que, apesar de escalar Lombardi, fez substituições para ganhar o jogo. Tirou volante que não ajudava no meio para dar lugar a um atacante e tirou o zagueiro quando estava com superioridade numérica.

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