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Faltou fôlego: Paysandu diminui ritmo e perde o RexPa

Quando o dia amanheceu, o céu já anunciava: era domingo de RexPa. A chuva característica do dia dava sinais de que estaria por vir e antes mesmo do ínicio da partida, ela caiu e deixou o gramado, que já era ruim, ficar ainda pior.
Para o jogo deste domingo (28), Marquinhos Santos repetiu o time titular da partida contra o Castanhal, a única mudança foi a entrada de Pedro Carmona no lugar de Fábio Matos. Já o sistema adotado pelo técnico foi o mesmo do último jogo, na Curuzu, um 4-1-2-1-2. A entrada de Carmona deveria ter melhorado o setor de criação do time, mas com o gramado mais pesado, o Paysandu se viu numa partida onde a força seria mais requisitada que a técnica.

Logo no começo do primeiro tempo podíamos ter indícios de como a partida correria, as jogadas de perigo seriam quase todas oriundas de bolas paradas e jogadas aéreas. Com 3’, o Paysandu teve sua primeira oportunidade, quando Carmona alçou a bola na área, Renato Augusto se atirou na bola, de carrinho e Vinícius defendeu. O rival tentava jogadas mais incisivas, mas se atrapalhava ora com seu último passe, ora com Diego Ivo.

A chuva começou a diminuir e o gramado parecia estar um pouco menos pesado, dando aos bicolores a oportunidade de jogar um jogo mais técnico. Aos 21’, Pedro Carmona cruzou e Mímica afastou, Moisés aproveitou a sobra de bola e chutou de primeira para o gol, mas Vinícius, novamente, estava atento e espalmou, tirando o perigo. 

Depois disso, o Remo teve uma melhora significativa e passou a pressionar o alviazul, quase chegando ao gol aos 31’, quando Felipe Marques pegou sobra na entrada da área e chutou para a meta de Marcão, que defendeu e evitou o gol. O adversário teve uma outra chance logo após, mas Isac não conseguiu completar a jogada idealizada.
(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Quando a chuva voltou, o Paysandu se viu obrigado a mudar seu estilo de jogo novamente, saindo das jogadas trabalhadas e para as jogadas aéreas. Aos 40’, uma bola foi alçada na área e a bola ficou viva, até que Moisés ficou cara a cara com o gol e chutou. A bola desviou na defesa e saiu, dando escanteio para o clube bicolor. Na cobrança, Carmona mandou na cabeça de Diego Ivo, que desviou para o gol e abriu o placar no Mangueirão. Após o gol, o zagueiro saiu mancando e foi substituído por Derlan.

No segundo tempo, o Paysandu caía num 4-3-3 com Carmona na direita, Moisés pela esquerda e Cassiano muitas vezes isolado na frente. Costantemente o meia voltava ao meio-campo, tentando fazer a bola chegar aos atacantes, já que todos os outros meio-campistas demonstravam cansaço físico intenso. Com 3’, Lindenberg cruzou na área e Cáceres foi derrubado, apesar das reclamações, o árbitro mandou o jogo seguir.

Daí em diante o rival mudou sua postura e mostrou que estava bem mais preparado fisicamente que o seu adversário, passando a sobrar em campo. As jogadas ficaram cada vez mais perigosas, até que aos 19’, a bola desviou no braço de Maicon Silva e o juiz assinalou a penalidade máxima. Isac cobrou e converteu, empatando a partida. Só então o técnico Marquinhos Santos resolveu promover mudanças no time. Tirou Moisés para colocar Magno e logo depois pediu a saída de Luís Cáceres, que já andava em campo antes mesmo do primeiro tempo acabar, para a entrada de Fábio Matos. 

As substituições pouco surtiram efeito e a superioridade remista continuou. Foram várias tentativas de virar a partida, até que aos 47’, Elielton “brincou” com Perema e virou o jogo, uma bola que Marcão sequer viu passar. Placar final: Paysandu 1x2 Remo.

Próximo jogo: O Paysandu volta a jogar nesta quinta-feira (01), contra o Novo Hamburgo, em jogo válido pela Copa do Brasil. A partida ocorre às 19h30, no horário de Belém. O clube paraense tem a vantagem do empate para avançar na competição.

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