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Pela força do ódio

Muros de General Severiano amanheceram pichados — Foto: Repórter de Pista / Twitter
Olha o carinho da torcida - Foto: Repórter de Pista / Twitter


Após um tempo sumido, retomo a escrita de textos sobre o Botafogo. Infelizmente, pois escrever sobre esse time é cada vez mais difícil. Chegamos a 3ª derrota consecutiva e continuamos sem vencer no 2º turno. As perspectivas são ruins. O time não apresenta evolução e Barroca parece não largar mão de suas convicções, algo necessário em um momento crucial da temporada. 

A gordurinha do início do ano vai indo embora, e, por mais que tenham times piores que o alvinegro abaixo na tabela, não se pode bobear. Serão 7 jogos em 25 dias e o time NECESSITA pontuar para que o resto de ano seja tranquilo. Não importa se jogue com a posse ou sem ela. Futebol também (e principalmente) é resultado. 

São mais 6 vitórias em 16 jogos, algo que dá para conquistar. Mas precisamos ter um time que jogue um futebol no minimo decente, ou então, todo o futuro que sonhamos pela frente pode ser jogado por água abaixo. 

Segunda - feira, uma aluna me perguntou se eu veria o jogo do Botafogo. Respondi que, para aguentar o mundo cruel em que vivemos, necessitamos de um pouco de ódio no coração e, assistir ao Botafogo é o que me dá essa força para seguir vivendo. Falta isso nos nossos jogadores. Um pouquinho mais de ódio para um Diego Souza, um Cícero, um Luis Fernando correrem mais e se doarem mais em campo. 

PS.: Déborah, se estiver lendo isso, lembre-se de estudar sobre a Guerra de Secessão e sinta-se honrada de ser citada em meu texto.

Twitter: @gui_abizaid


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