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Bateu na trave

Em mais um clássico goiano na Série B, Vila e Atlético ficaram no 0 a 0. O Tigre, que isolou totalmente o esquema de jogo do rival, voltou ao Serra Dourada e teve uma liberdade a mais para jogar. Sem aquela pressão que existe no OBA, o Vila Nova se impôs em campo e marcou os principais jogadores do Dragão, Viçosa e Magno Cruz. Moisés teve as melhores oportunidades da partida, porém, sem um centro-avante de origem, o time Colorado perdeu as referências e pouco aproveitou. A ausência de Jean Carlos, que recentemente saiu para o São Paulo, faz falta. O jogo em si foi o melhor no comando do técnico Guilherme Alves.

O Vila passeou em campo, deixando o Atlético chegar poucas vezes ao ataque. Ainda no primeiro tempo, após lance rebatido pelo goleiro Saulo, a bola ia entrando, mas o lateral Maguinho, melhor em campo, apareceu pelo caminho e livrou o Vila Nova de levar o gol. Os dois times tiveram chances reais de matar a partida, pena que tinha uma trave pelo caminho. 



Com a segunda defesa mais vazada desta Série B, o Vila Nova foi bastante ofensivo. Simon agora sim começou a jogar o que sabe, voltou a ser aquele zagueiro da Série C e não perdeu uma bola pelo alto. Victor Bolt, sempre o mais louco do time, errou sem arriscar muito e não tomou nenhum cartão. Um milagre.

Dos três clássicos disputados no ano entre Vila e Atlético, tem uma vitória para cada lado e um empate. Em 2016, o equilíbrio nos clássicos goianos está grande, coisa que não se via há anos. O Vila Nova soma mais um ponto precioso, sendo 30 no total, e continua precisando de mais ou menos 15 pontos para o objetivo principal do clube: a permanência na segundona. 

Desde o começo do campeonato, o Vila entrou com o pensamento de se firmar em 2016 para, então, poder lutar por acesso em 2017. Porém, nunca se viu uma Série B considerada "fácil" para a equipe como esta. Perdemos jogos bobos, ganhamos confrontos impossíveis. Voltamos para dar a volta por cima e o que vier após o objetivo é lucro. Pensar em acesso só em 2017.



O jogo em si estava para o Vila, foi um empate com um gostinho amargo. Se tivesse errado menos, talvez poderíamos ter saído do Serra com os três pontos. Apesar do empate, saí do estádio satisfeita com o que vi. Uma equipe aguerrida, jogando em cima do adversário e o principal não faltou, a raça. A torcida fez bonito e apoiou até o fim, fizeram as pazes com o time. 

O momento é crucial e, apesar de ser o dono do elenco mais barato da Segundona, o Vila vem mostrando que pode jogar de igual para igual como qualquer time. Foi assim no clássico deste sábado e nos jogos diante de Bahia e Vasco. O momento da equipe é outro e isso vem dando resultado, o técnico Guilherme Alves tem o elenco em mãos e juntos podem levar o Vila Nova ao seu objetivo final.

O Vila agora terá dois jogos complicados fora de Goiânia, CRB e Paraná. O Tigrão tem a quinta melhor média de jogos disputados fora e, se voltar com no mínimo 4 dos 6 pontos disputados, já está ótimo.  

Um comentário:

  1. Destaque para o milagre do bolt, rsrs, será que é mal de Victor ser louco? Kkkk, como fez falta o Jean, gostei do Geovane também tem tudo pra se firmar no time titular, acho que desde o clássico contra o time que tá mal pra cachorro via a torcida sair do estádio gritando ao som de " tigrão ô ô ".
    É, vem ai mais um jogo fora de casa contra um time que está brigando lá em cima, se fez bonito contra Bahia e Vasco, porque não acreditar nos 3 pontos contra o CRB? Esse ano vamos permanecer, deixar uma base boa pra 2017, e reforçar o time pra vencer o goiano, a copa verde ( talvez, não sei se participa ) e alcançar a elite em 2018! Viiiiiiilaaaaaaaa

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