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Jogo mandrake

Mandrake, falso, de mentirinha, escolha a expressão que quiser para resumir esse jogo, se é que podemos chamar o que se viu na tarde deste domingo de jogo. Estava mais para uma pelada, aquelas de fim de dia, depois de um churrasco repleto de comes e bebes.

É certo que a expectativa para essa partida já não era a das maiores visto que o comandante Abel Braga passou a semana toda falando sobre sua intenção de colocar um time alternativo para o confronto contra o Volta Redonda. Mas espera, que time alternativo? Será possível em um time como o Fluminense, com o elenco que tem, possuir um time alternativo? A resposta é mais do que elementar, é claro que não.

No dia do jogo, deu a lógica, Abel foi para o jogo com seu time "alternativo" (e põe aspas nisso) com apenas duas mudanças em relação ao time titular: o lateral Ayrton Lucas, que voltou após se recuperar de lesão e já foi titular em outras partidas na temporada, e o atacante Robinho, considerado por muitos torcedores o 12º jogador da equipe.

Ora, se o time não estava tão diferente assim, nada mais coerente do que as boas atuações dos últimos jogos se repetissem (sim, inclusive a última, contra o Avaí). Mas não, ao contrário das atuações e boa técnica, o jogo de ontem foi protagonizado por outro elemento que não os jogadores: o Sr. Daniel Victor Costa Silva, o árbitro da partida. 

A sinalização de três pênaltis numa mesma partida já seria suficiente para que os holofotes do modesto estádio em Los Larios fossem virados para o árbitro, mas certamente os erros cometidos pelo juiz trataram de ressaltar ainda mais sua atuação. Foram 2 pênaltis mal-marcados, um para cada lado. O primeiro para o Flu e o segundo, que mais pareceu uma compensação, para o Voltaço. Dois pênaltis que não seriam marcados nem na pelada de domingo e que ainda seriam motivo de chacota. Enfim, 2 pênaltis inexistentes, definindo o jogo a favor do tricolor carioca que já vencia por 1x0.


ST
Caio Ramos

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