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Marcelo do Ó conta sua inspiração para ser narrador

Marcelo do Ó revela jogos que não conseguiu transmitir e sua inspiração para se tornar narrador.

Créditos da imagem: Reprodução/ Twitter Oficial do Marcelo do Ó

Marcelo do Ó é um narrador com 40 anos e 16 anos de carreira. Ele nos contou jogos que queria transmitir e os ídolos para se tornar um narrador e jornalista esportivo, isso e muito mais, veja:

Quem é a pessoa e o profissional Marcelo do Ó?

Um cara que teve um dia um sonho maluco e quase impossível de ser narrador esportivo e trabalhar com seu ídolo numa determinada emissora, concorrendo com um mundo de gente. Que levou 20 anos para alcançar esse objetivo e que não tem medo de desafios, nem de trabalhar. Um cara que deseja o bem de todo mundo, que tem muitos amigos e quase não tem inimigos, e que como quase todo comunicador tem suas vaidades. Um trabalhador.


Marcelo, com quantos anos você começou a narrar futebol?


Profissionalmente aos 24 anos, em 2004. 


Marcelo, como você criou o bordão "caçapa" antes de gritar gol?


Foi ideia do meu pai, seu Gerson, numa inspiração do Mário Henrique "Caixa", da Itatiaia. Queria usar algo do tipo e ele sugeriu. Pegou. 


Qual jogo você gostaria de ter narrado, mas por falta de oportunidade não conseguiu?


Eu gostaria de ter feito uma final de Copa do Mundo, não importam os times. 


Qual jogo que te emocionou mais como profissional?


Ah tem quatro que eu guardo com muito carinho. A primeira medalha olímpica do vôlei feminino, em 2008 (Brasil x EUA), a minha estreia na Rádio Globo (SPFC x XV de Piracicaba, em 2015) e o primeiro clássico que narrei da Premier League na RedeTV (Chelsea x Arsenal). Também tem o Santos 4 x 5 Flamengo, de 2011, do gol Puskas do Neymar, que foi o jogo mais espetacular que já transmiti na vida, na época pela 105FM.


E o pior?


Ah tem muito jogo ruim, melhor não lembrar. 


Teremos um brasileiro na final, e pra você, quem irá ir pra final? E se esse brasileiro irá ser campeão pra você?


Eu tenho a sensação que o Flamengo irá para a final da Libertadores. Não sei se será campeão porque do outro lado é Boca ou River. Complica bem.


Qual a diferença em narrar futebol no rádio, televisão e no streaming?


As três tem suas linguagens. O rádio é o que precisa mais do narrador, que constrói a imagem do jogo. Na televisão você precisa de mais recursos, de informação, de entendimento do jogo, o desafio é não brigar com a imagem e nem ser óbvio perante ela. O streaming é algo relativamente novo (embora eu tenha feito a primeira transmissão da história, pelo Portal Terra, em 2006), mas tem a interatividade, você precisa ser um indutor  também do olhar e da experiência do usuário, que tem que navegar pela sua ferramenta além de ver o jogo. 


Qual foi a sua inspiração para ser narrador/jornalista?


Oscar Ulisses no rádio, Luciano do Valle na televisão, Flávio Prado como jornalista esportivo.


Qual a sua opinião sobre o técnico Tite e da convocação do Neymar após conturbações na vida pessoal?


Eu já gostei mais do Tite como técnico, mas entendo que não há no Brasil outro melhor que ele para a função neste momento. Basta ver que os melhores trabalhos do Brasileirão são de técnicos estrangeiros. Eu chamaria sim o Neymar porque a situação dele no clube é mais econômico/política do que esportiva. É preciso ver sua real condição.

Veja algumas narrações do narrador da RedeTV!, Rádio Globo/CBN e Dazn:

Primeiro jogo do Marcelo na Rádio Globo, ainda de forma independente da CBN:

Créditos do vídeo: Gols da Rádio 

Primeiro clássico do narrador pela Premier League. Esse jogo foi transmitido pela RedeTV!:

Créditos do vídeo: Ligados no Futebol

Jogo que mais emocionou ele na sua carreira, o dia que Neymar e Ronaldinho deram shows na Vila Belmiro:

Créditos do vídeo: Edu Cesar 

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