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No país da corrupção, não há o absurdo

No país da corrupção, aprendemos desde cedo que não há o "absurdo". Para vários jornalistas, sem isenção nenhuma de liberdade de expressão, com opiniões sempre embasadas em interesses comerciais e políticos, as reclamações sobre arbitragem nesse já manchado Campeonato Brasileiro de 2015 são fruto de uma teoria da conspiração guiada por paixões clubísticas. 

Fonte: WordPress.com
Será que em 2005 esses mesmos "profissionais" munidos do microfone, assistidos por uma audiência enorme, também achavam que Edilson Pereira de Carvalho era fruto da imaginação fértil de torcedores? E, nesse mesmo ano, um certo árbitro que me envergonha por ser meu conterrâneo, tirou na mão grande um título do Internacional. O mesmo que tirou do Santos em 1995. Porque devo acreditar em lisura quando provas mostram que o esquema do caso Héverton da Portuguesa em 2013 foi armado para livrar certos clubes cariocas do rebaixamento? Sem falar nas aberrações dos anos 80 com Aragão e José Roberto RATO.

O até então presidente da CBF há seis meses atrás está preso, junto com vários outros dirigentes do mundo do futebol. O atual mandatário não irá aos Estados Unidos acompanhar o amistoso da seleção nacional que ele comanda por medo de ser posto atrás das grades pelo FBI e escuto de todos os lados que as reclamações são choro de perdedor e que tudo não passa de teoria da conspiração? Depois de tudo o que foi supracitado, por que devo acreditar que está havendo isonomia e que tudo não passa de erros comuns de arbitragem, mesmo que todos os erros beneficiem apenas um clube?

Estamos em 2015 e vemos uma tentativa de certos homens de bem tentarem limpar o Brasil. A curva da ética e honestidade tende a ser crescente mesmo que em passos de tartaruga. O futebol vai na contramão. FIFA, CBF, empresários, apostadores, juízes e até alguns técnicos e jogadores são cada vez mais vistos sob olhares de desconfiança. 

Não dá mais para ficarmos calados diante de tamanha imundice. Isso seria ser conivente com o que vem acontecendo.

Ah que bom seria um campeonato sem CBF, STJD, Corinthians, Flamengo e Fluminense. Já seria um ótimo começo nos livrar dessas cinco instituições que são a escória do futebol brasileiro. Sem dúvidas, pelo menos a credibilidade deste novo torneio seria bem maior. E claro, que também se faça uma faxina geral nos apitadores. Nem todos são corruptos, mas 100% são incompetentes e despreparados.

Sobre o roubo de ontem, digo, jogo contra a Chapecoense, que sirva de combustível para buscar um segundo turno ainda melhor. E que o Corinthians e sua corja, imploda. E leve com ele toda a sujeira que há nesse meio falido do futebol. 

Por @RobertoDabes

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