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Guia da Eurocopa - Grupo E

Um dos grupos que promete ser um dos mais disputados da Eurocopa pela força das seleções também tem destaque no Guia da Eurocopa desse ano. É hora de conhecer um pouco mais das seleções da Bélgica, Itália, Irlanda e Suécia, que farão de tudo para ficar nas duas primeiras posições do grupo e passar para a próxima fase.

Conheça sobre as seleções belga, italiana, irlandesa e sueca. Foto: Wagner Oliveira / Linha de Fundo
BÉLGICA:

Esta edição de 2016 da UEFA Euro, que será disputada na França poderá revelar inúmeros questionamentos que teremos sobre algumas seleções tradicionais e, principalmente, as novatas. Mas também poderemos ter boas surpresas e expectativas a serem confirmadas por algumas destas novidades que estamos presenciando no atual momento futebolístico. Eis que uma destas seleções que entrará neste hall de expectativas e surpresas será á fabulosa seleção belga, recheada de grandes jogadores que atuam nas mais diversas posições de campo.

Esta geração, inclusive, começou a ser pensada após a fase eliminatória para UEFA Euro 2008 na Suíça e na Áustria. Dalí que jogadores como Kevin Mirallas, Vincent Kompany, Jan Vertoghen, entre outros começaram a surgir dentro do futebol local com a boa campanha das equipes belgas em competições europeias, como a UEFA Europa League. Outros fatores que contribuíram positivamente para a formação destas safras de jogadores foram às boas campanhas em torneios oficiais de base, como os mundiais sub-20 de 2007 e 2011, além dos jogos olímpicos de 2008, realizado na china, com o 4º lugar.



A seleção belga, ao longo de sua história, sempre se caracterizou por ser uma seleção de inúmeras participações em Copas do Mundo, ao todo, já chegou a 12 participações no principal torneio mundial, realizado pela FIFA. Mas quando o assunto é Eurocopa os mesmos já não tem tanta participação assim. Ao todo, foram somente quatro vezes que os belgas participaram da principal competição europeia, sendo duas vezes como país-sede. E em todas estas vezes que participaram, colecionaram quatro vitórias, dois empates, seis derrotas, com 13 gols marcados e 17 gols sofridos em 12 jogos de fase final.

A sua primeira participação foi apenas em 1972, como país sede. Numa época política onde a Europa ainda era bastante unificada não tinha esta quantidade imensa de seleções confederadas, a Eurocopa era disputada só por quatro clubes na fase final. A fórmula de disputa desta edição era por jogos mata-mata, havendo somente quatro jogos nesta fase do torneio. A Bélgica venceu a semifinal contra a Hungria 2X1 e foi disputar a final contra a Alemanha, que eliminou a Iugoslávia. Os belgas perderam a partida por 2X1 e ficaram com o seu primeiro vice-campeonato.

Na edição de 1980, disputada na Itália, a Bélgica já contava com uma das gerações mais talentosas da historia do país. Geração esta que seriam responsáveis por boas campanhas nos principais torneios mundiais durante esta década. A fórmula de disputa desta edição era alterada devido às exigências das próprias seleções. Oito equipes disputavam esta fase final, com os primeiros colocados de cada grupo fazendo a final e os segundos colocados indo para a disputa do 3º lugar. A Bélgica levaria a melhor neste regulamento. Uma vitória contra a Espanha na estreia por 2X1 e um empate contra a Inglaterra em 1X1 faria com que a seleção belga pudesse jogar pelo empate contra a Itália na última rodada para disputar a final por conta dos gols pró. Foi o que aconteceu, a partida acabou em 0X0 e os belgas foram reeditar a final contra os alemães. Novamente se repetiu o placar da final de 72 e os Diabos Vermelhos perderiam mais uma final para a equipe Teutônica pelo mesmo 2X1.

Na edição de 1984, disputada na França, o mesmo regulamento se manteve e os belgas não tiveram o mesmo êxito de edições anteriores. Jogando no Grupo A, estrearam com uma vitória sobre a Iugoslávia por 2X0, fazendo boa estreia na competição. Já na segunda rodada, a equipe tomaria seu maior revés nesta competição, a derrota por 5X0 para a seleção francesa (que se tornaria a campeã com uma geração talentosa) já sepultava as chances de chegar ao titulo. Na ultima rodada, uma nova derrota, desta vez para outra geração talentosa, a seleção da Dinamarca por 3X2 a eliminaria da disputa do bronze e deixaria a equipe terminando em 6º lugar em terras gaulesas.

16 anos depois, na edição de 2000, a equipe belga voltaria a disputar a Euro e novamente como país sede, mas, desta vez, em conjunto com a Holanda, dividindo a quantidade de jogos em suas sedes. Esta edição contava com 16 equipes, divididas em quatro grupos com quatro seleções e os dois melhores de cada chave passavam para as quartas de finais. A Bélgica caiu no grupo C e, mesmo com o fator casa, realizou uma péssima participação. A estreia foi contra a Itália e o primeiro revés foi anotado, derrota por 2X0. Na segunda partida, com a decadente seleção da Suécia, que contava com inúmeros veteranos remanescentes da Euro 92 e da Copa de 94, os belgas obtiveram uma vitoria por 2X1 e passaram a manter chances de recuperação. Mas, na partida decisiva, contra a boa geração da Turquia, que vinha surgindo desde o final de 1998, mas uma derrota por 2X0 sepultaram as suas chances de classificação e fez com que a equipe terminasse com o fatídico 12º lugar em sua participação em casa.

O técnico Marc Wilmots fez uma convocação final com 24 jogadores, deixando uma opção a mais na defesa. A duvida inicial poderá ser com três jogadores para ocupar as duas ultimas vagas nos selecionáveis para a Euro. Os jogadores Thomas Meunier, Dedryck Boyata e Jordan Lukaku disputarão estas duas vagas finais para a competição. A lista foi divulgada no dia 12 de maio e ainda conta com 7 adicionais que poderão entrar na equipe caso ocorra uma baixa de ultima hora, até antes da estreia. A lista final sairá no dia 31 de Maio, com a definição desta última vaga para o setor defensivo. 

Coach: Marc Wilmots

GOLEIROS: Thibaut Courtois (Chelsea); Simon Mignolet (Liverpool) e Jean-Francois Gillet (Mechelen).

DEFENSORES: Toby Alderweireld (Tottenham Hotspur); Thomas Vermaelen (Barcelona); Nicolas Lombaerts (Zenit Saint Petersburg); Jan Vertonghen; (Tottenham Hotspur); Jason Denayer (Galatassaray); Thomas Meunier (Club Brugge); Dedryck Boyata (Celtic); Laurent Ciman (Montreal Impact) e Jordan Lukaku (Oostende).

MEIAS: Axel Witsel (Zenit Saint Petersburg); Kevin De Bruyne (Manchester City); Marouane Fellaini (Manchester United); Eden Hazard (Chelsea); Michy Batshuayi (Marseille); Mousa Dembélé (Tottenham Hotspur); Yannick Ferreira Carrasco (Atlético Madrid) e Radja Naingollan (Roma).


ATACANTES: Romelu Lukaku (Everton); Christian Benteke (Liverpool); Dries Mertens (Napoli) e Divock Origi (Liverpool)

Principal jogador da Bélgica:


Mesmo em momentos de baixa na temporada, mas apresentando um belo futebol nos últimos meses, Kevin de Bruyne e Eden Hazard são as grandes esperanças ofensivas para os diabos vermelhos. Os meias têm mostrado intensa versatilidade pelos seus clubes e ambos, na temporada 2014/2015 foram os melhores jogadores dos campeonatos alemão e inglês, respectivamente. Foram responsáveis por um numero elevado de assistências na temporada anterior e, após estes últimos meses, podem retomar este alto nível de jogo e serem importantíssimos para a seleção belga nesta Euro.

Expectativa para a Bélgica:

A expectativa será de briga constante contra italianos e suecos pelas primeiras posições do grupo. Além disso, após a confirmação da boa fase em termos mundiais, espera-se que os belgas podem figurar no mínimo até as quartas de finais, podendo pleitear, porque não, figurar entre as quatro melhores seleções do continente, ao lado de Alemanha e França e brigando forte contra Inglaterra e Espanha por esta vaga. A geração atual é tida como a mais talentosa e mais equilibrada de todos os tempos, só resta saber como os mesmos poderão se comportar em campo novamente atuando juntos. Tem dois dos melhores goleiros da atualidade no futebol mundial, uma dupla de zaga que se consagrou em conjunto no Tottenham, um meio campo de bastante técnica e disciplina tática e que pode, no talento individual, ser decisivo e um ataque questionado, mas de jogadores que podem decidir.

ITÁLIA:

A seleção italiana vem tentando voltar a ser umas equipes com destaque no cenário europeu e mundial. Depois do tetracampeonato conquistado na Copa do Mundo na Alemanha no ano de 2006, os azzurris não conseguiram ter o mesmo bom desempenho em outras competições e começaram a colecionar uma série de fracassos e campanhas ruins. Na Eurocopa, é uma chance para a seleção de Antonio Conte dar a volta por cima e tentar conquistar o título como no ano de 1968, única conquista dessa competição que os italianos conquistaram até hoje.


Naquele ano glorioso, a competição foi sediada pela própria Itália com apenas três cidades sediando a competição: Roma (Stadio Olimpico), Florença (Stadio Comunale) e Nápoles (Stadio San Paolo). Os azzurris se classificaram para a próxima fase juntamente com a Inglaterra, Iugoslávia e União Soviética e na semifinal, contra os soviéticos, os italianos se classificaram no "cara ou coroa" após empatar sem gols. Não existia disputa de pênaltis ainda naquela época.

Na final, contra a Iugoslávia, os italianos acabaram empatando o primeiro jogo por 1 a 1 e sendo assim, tiveram que jogar outra partida, também disputada em Roma, onde venceram pelo placar de 2 a 0 com gols de Riva e Anastasi, sagrando-se campeões. A Itália também conseguiu outras campanhas de destaque como em 1980, onde voltou a sediar a Euro e em 88, na Alemanha, onde conseguiu terminar na quarta posição, e também nos de 2000, na Holanda/Bélgica e em 2012, na Polônia/Ucrânia, onde foi vice-campeã.

Para essa Eurocopa, a Itália fez uma convocação com alguns desfalques como Marco Veratti e Claudio Marchisio. Antonio Conte ainda tem outras preocupações para o setor de meio campo, já que o ítalo-brasileiro Thiago Motta, do PSG, e Ricardo Montolivo, do Milan, foram convocados, mas estão lesionados e ainda são uma incógnita para a Euro. Tiago é o terceiro brasileiro que compõe a lista de convocados da Itália contando com Eder, da Inter de Milão e também com Jorginho, do Napoli. Confira a lista dos jogadores que irão representar a Itália.

Goleiros: Gianluigi Buffon (Juventus), Federico Marchetti (Lazio), Salvatore Sirigu (Paris Saint-Germain).

Defensores: Davide Astori (Fiorentina), Andrea Barzagli (Juventus), Leonardo Bonucci (Juventus), Giorgio Chiellini (Juventus), Angelo Obinze Ogbonna (West Ham), Daniele Rugani (Juventus), Matteo Darmian (Manchester United), Mattia De Sciglio (Milan), Davide Zappacosta (Torino).

Meio-campistas: Marco Benassi (Torino), Giacomo Bonaventura (Milan), Daniele De Rossi (Roma), Alessandro Florenzi (Roma), Emanuele Giaccherini (Bologna), Jorginho (Napoli), Riccardo Montolivo (Milan), Thiago Motta (Paris Saint-Germain), Marco Parolo (Lazio), Stefano Sturaro (Juventus), Federico Bernardeschi (Fiorentina), Antonio Candreva (Lazio), Stephan El Shaarawy (Roma).

Atacantes: Eder (Inter de Milão), Ciro Immobile (Torino), Lorenzo Insigne (Napoli), Graziano Pellè (Southampton), Simone Zaza (Juventus).

Principal jogador da Itália:


A Itália é composta por vários jogadores de qualidade como El Shaarawy, Florenzi, Chiellini, entre outros, porém, o atleta mais importante é sem dúvida o mais experiente e famoso: Gianluigi Buffon. A muralha italiana quer levantar o troféu da Eurocopa pela primeira vez na sua carreira e usará toda a sua habilidade para conseguir isso.

Expectativa para a Itália:

Mesmo não tendo a melhor safra de sua história e já ter vivido momentos melhores no futebol, a seleção italiana não tem uma equipe fraca e espera ganhar o entrosamento necessário para ir longe nessa competição. O título é bem difícil, pois além de ter pegado um grupo difícil com Bélgica, Suécia e Irlanda, ainda terão que passar por muita pedra no caminho. A expectativa é de chegar ao menos nas semifinais.

IRLANDA:

A Irlanda pode ser conhecida como o time do "foi por pouco". Mesmo com vários bons jogadores ao longo de sua história, a seleção irlandesa só participou da Eurocopa duas vezes (1988, 2012) e acumula cinco desclassificações por pouco. Em 1992 terminou em segundo no grupo apenas um ponto atrás da Inglaterra numa época em que apenas o primeiro ia para a Euro. Em 1996 e 2000 ficaram nos playoffs perdendo para Holanda (com dois gols de Kluivert) e Turquia (pelo gol fora de casa) respectivamente. Não bastasse tamanho azar, eles terminaram em terceiro nos grupos de qualificação em 2004 e 2008 e só voltaram a sentir o gosto de jogar a competição 24 anos depois.


A Euro para os Boys in Green parecia promissor uma vez que venceram a rival Inglaterra por 1-0 em seu primeiro jogo em 1988. Contra a União Soviética empataram por 1-1 e só ficaram de fora da semifinal por um gol sofrido aos 37 do segundo tempo, decretando a derrota por 1-0 para a Holanda. Mais uma vez, foi quase. Já 2012 foi um completo vexame com derrotas de 3-1 para a Croácia, 4-0 para a Espanha e 2-0 para a Itália. Num grupo com Bélgica, Itália e Suécia é difícil imaginar que seja dessa vez que os irlandeses passem de fase.

O técnico Martin O'Neill convocou 35 jogadores para o amistoso contra a Holanda no dia 27 de maio. Dia 28 fará a convocação definitiva. Eis os 35:

Goleiros: Shay Given (Stoke City, 133 convocações / 0 gols), Darren Randolph (West Ham United, 8/0), David Forde (Millwall, 23/0), Keiren Westwood (Sheffield Wednesday, 18/0)

Defensores: Seamus Coleman (Everton, 33/0), Cyrus Christie (Derby County, 4/1), Paul McShane (Reading, 33/0), Ciaran Clark (Aston Villa, 16/2), Richard Keogh (Derby County, 11/1), John O'Shea (Sunderland,110/3), Alex Pearce (Bristol City*, 7/2), Shane Duffy (Blackburn Rovers, 2/0), Marc Wilson (Stoke City, 24/1), Stephen Ward (Burnley, 32/2)

Meia-campo: Aiden McGeady (Sheffield Wednesday*, 81/5), James McClean (West Bromwich Albion, 36/5), Glenn Whelan (Stoke City, 70/2), James McCarthy (Everton, 35/0), Jeff Hendrick (Derby County, 19/0), David Meyler (Hull City, 15/0), Stephen Quinn (Reading, 14/0), Darron Gibson (Everton, 25/1), Harry Arter (Bournemouth, 1/0), Wes Hoolahan (Norwich City, 28/2), Eunan O'Kane (Bournemouth, 2/0), Anthony Pilkington (Cardiff City, 9/1), Robbie Brady (Norwich City, 22/4), Jonathan Walters (Stoke City, 38/10), Jonathan Hayes (Aberdeen, 2/0), Callum O'Dowda (Oxford United, 0/0)

Atacantes: Robbie Keane (LA Galaxy, 143/67), Shane Long (Southampton, 61/15), David McGoldrick (Ipswich Town, 2/0), Kevin Doyle (Colorado Rapids, 62/14), Daryl Murphy (Ipswich Town, 20/0).

Principal jogador da Irlanda:

O principal nome dessa seleção continua sendo o interminável Robbie Keane. A primeira partida dele pela seleção foi em 25/03/1998 contra a República Tcheca e desde então não cansou de bater recordes pelo seu país. É o jogador mais convocado da história, assim como o maior artilheiro e mais vezes capitão.

Expectativa para a Irlanda:

Caindo no chamado "grupo da morte", a Irlanda terá muitas dificuldades para avançar de fase. A expectativa para os irlandeses é de uma possível eliminação logo de cara na fase de grupos.

SUÉCIA:

Os suecos, comandados de Zlatan Ibrahimovic, vem para a sua quarta participação em Eurocopa, consomem apenas uma classificação a segunda fase, em 1992 onde foi semifinalista. Nas participações seguintes bateram na trave com o terceiro lugar no grupo, 2008 com certa facilidade ficou de fora já em 2012, apenas por dois pontos, Zlatan e seus golaços não avançaram de fase, onde deixariam nada mais nada menos que a Inglaterra para trás.

O técnico Erik Hamrén fez a convocação dos exatos 23 jogadores para os amistosos, a lista oficial já foi pré-definida pelo técnico.

Goleiros: Andreas Isaksson (Kasimpasa/TUR), Robin Olsen (Copenhague/SUI), Patrik Carlgren (AIK/SUE).

Defensores: Ludwig Augustinsson (Copenhague/SUI), Mikael Lustig (Celtic/ESC), Andreas Granqvist (Krasnodar/RUS), Erik Johansson (Copenhague/SUI), Victor Lindelöf (Benfica/POR), Martin Olsson (Norwich/ING), Pontus Jansson (Torino/ITA).

Meia-campo: Jimmy Durmaz (Olympiacos/GRE), Albin Ekdal (Hamburgo/ALE), Emil Forsberg (RB Leipzig/ALE), Oscar Hiljemark (Palermo/ITA), Kim Källstrom (Grasshoppers/SUI), Sebastian Larsson (Sunderland/ING), Pontus Wernbloom (CSKA de Moscou/RUS), Erkan Zengin (Trabzonspor/TUR), Oscar Lewicki (Malmö/SUE).

Atacantes: Marcus Berg (Panathinaikos/GRE), John Guidetti (Celta de Vigo/ESP), Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain/FRA), Emir Kujovic (Norrköping/SUE).

Principal jogador da Suécia:


O principal jogador do país é o conhecido de todos Zlatan Ibrahimovic, o jogador é o atleta mais conhecido do país e considerado um dos maiores futebolistas em atuação. Zlatan marcou o seu primeiro gol pela seleção na sua primeira partida, contra o Azerbaijão, onde a Suécia venceu por 3 a 0. O atleta também o maior artilheiro da história da seleção.

Expectativa para a Suécia:

Os suecos esperam desbancar belgas e italianos no grupo da morte e quem sabe ir à segunda fase e surpreender ao mundo todo. Com a força de Ibrahimovic, a Suécia é uma das grandes favoritas a avançarem de fase.

Jogos - Grupo E:

1ª rodada:

Irlanda x Suécia - Stade De France (Saint-Denis) - (13/06) - 14h
Bélgica x Itália - Stade Des Lumiéres (13/06) - 17h

2ª rodada:

Itália x Suécia - Municipal de Toulouse - (17/06) - 11h
Bélgica x Irlanda - Stade de Boudeaux - (18/06) - 11h

3ª rodada:

Suécia x Bélgica - Allianz Riviera - (22/06) - 17h
Itália x Irlanda - Pierre-Mauroy - (22/06) - 17h

Produzido pelos colunistas:

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Wagner Oliveira || @wagneroliveiraf || ITÁLIA
Matheus Garzon || @MatheusGarzon || IRLANDA
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