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No frio, Náutico conquista um ponto fora de casa e sai do G4

Na noite da terça-feira, o Náutico foi até Caxias do Sul enfrentar o Brasil de Pelotas. O confronto foi realizado no Estádio Centenário, já que o estádio em Pelotas não foi liberado pelos bombeiros. O frio estava intenso, durante a partida a temperatura estava em 9ºC e fez até esfriar o jogo que teve poucas chances de gol. Os times tentaram, mas sem objetividade, além da falta de criação do meio campo de ambos.

Roni perde gol na melhor chance da partida. Foto: Geremias  Orlandi
No primeiro tempo a partida foi bem baixa fraca tecnicamente. O time alvirrubro já tinha começado jogos melhor fora de casa, mas o frio deve ter mexido com o psicológico do elenco e fez com que eles ficassem recuados e com a posse de bola. A equipe, como quase sempre acontece, estava mais para o contra ataque, só que o meia Caique Valdivia não estava em grande noite, muito menos os pontas Roni e Jefferson Nem, que pouco fizeram para assustar o goleiro adversário.

Foram os donos da casa que deram o primeiro chute quando a bola sobrou para Diogo Oliveira dentro da área e ele chutou para fora. O Náutico logo depois revidou, o ataque alvirrubro apertou a marcação e fez o goleiro Eduardo Martini errar o passe, a bola ficou com Roni que tentou dar por cobertura, mas a tentativa foi para fora. O time de Pelotas reclamou de um gol impedido (não estava e o bandeira errou totalmente), mas não sairia gol no lance porque o goleiro Júlio César ouviu o apito e não defendeu como um goleiro realmente faz.

O Náutico teve a maior chance da partida com Roni quando Rafael Pereira deu um chutão para o ataque, o lateral Wender não achou a bola e o atacante alvirrubro saiu de cara para o goleiro adversário, mas, em vez de fazer o feijão com arroz, puxando para o lado, finalizar e pôr o Timbu na frente do placar, ele preferiu o lance lindo, de cobertura e mal feito, errou e deixou a bola nas mãos do goleiro. No final da primeira etapa, Júlio César com a ponta dos dedos defendeu um bola colocada perigosa do lateral Marlon.

No segundo tempo os donos da casa tiveram duas chances, no inicio e no final. Na primeira jogada dessa etapa a zaga alvirrubra dormiu e deixou o atacante Felipe Garcia disparar em direção a bola, mas o arqueiro do Timbu estava atento, saiu no carrinho e mandou a bola para lateral. Já no fim, o atacante Ramon recebeu livre dentro da pequena área do Náutico e poderia ter sido o gol dos mandantes, mas Júlio estava atento, abafou e defendeu muito bem o vacilo da zaga.

Já o glorioso Timbu praticamente dominou todo tempo complementar com forte marcação e posse de bola, mas com poucas chances perigosas, o que seria o mais importante. O Náutico atacou mais, porém, a defesa do Brasil de Pelotas estava bem e afastava o perigo. A melhor chance foi com Tiago Adan, que ficou livre na área após escanteio e errou o cabeceio. Um centroavante alto não deveria perder um gol desses e desperdiçou a chance dele. A outra boa oportunidade ficou com Jefferson Nem, que recebeu de Rafael Pereira depois do escanteio e chutou forte e cruzado, mas sem capricho.

Jogo de poucas chances e muito frio. Foto: 
Jogo morno, poucas chances boas e as equipes não conseguiram o placar que desejavam. Com o empate, o Náutico saiu do G4 e ficou em 6º, agora enfrenta o Ceará em Fortaleza no sábado (25), às 16h30. O Timbu precisa da vitória para ficar colado no pelotão da frente, já que com a derrota pode ir para o 10º lugar e isso não é nada bom para um time que briga para subir. A equipe tem perdido pontos preciosos e já está na hora de começar a recuperar e não deixar escapar. No próximo confronto o técnico Alexandre Gallo tem reforços e desfalques, mas ele saberá montar uma boa escalação e brigará pelos três pontos.

Escalação:
Brasil de Pelotas: Eduardo Martini; Wender (Weltinho), Leandro Camilo, Teco, Marlon; Leandro Leite, Washington, Diogo Oliveira (Clébson), Marcos Paraná (Nathan); Ramon e Felipe Garcia. Técnico: Rogério Zimmermann.

Náutico: Júlio César; Joazi, Rafael Pereira, Eduardo, Henrique; Rodrigo Souza (Gustavo Henrique), Gastón Filgueira, Caique Valdivia (Renan Oliveira); Roni (Léo Pereira), Jefferson Nem e Tiago Adan. Técnico: Alexandre Gallo.

Árbitro: Alinor Silva da Paixão.
Assistentes: Marcelo Grando e Jackson Timóteo.

Amei e amarei o Náutico, na vida antiga, nessa vida e na vida que virá”
Marcus Lamenha // @LamenhaMarcus

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