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O reflexo da incompetência

Apesar do erro de arbitragem interferir diretamente no resultado final do jogo, a derrota na última partida fez esgotar a paciência de boa parte da torcida (e desse humilde colunista que vos fala), a crise está estabelecida faz tempo no Joinville e nada de diferente acontece para isso acabar. Porque? Talvez por termos um presidente omisso e fraco? Por termos um “homem forte do futebol” que de forte não tem nada e nunca deu certo em nenhum lugar? Pode até ser essas duas coisas, mas a verdade é que o desânimo e a preocupação dominam a fiel torcida tricolor, que não quer ver seu time do coração voltando ao ostracismo e a lama. Acreditem, isso é muito possível, é só os incompetentes da atual gestão manterem a pegada, o que esperamos e rezamos para que não aconteça.

Que ano trágico
Foto: ANotícia
Essa torcida tricolor sofre, que ano triste para todos. Aliás, os últimos dois anos foram para desanimar qualquer um, são só fracassos, reflexo de planejamentos completamente equivocados e de pura incompetência de quem esteve lá. São muitos pontos a serem levantados, mas vamos focar mais nessa temporada e nas graves falhas que estamos cometendo, como dar liberdade para treinador trazer “peixinho” dele, caso do Lisca com Fabiano Eller. Esse zagueiro não pode ser titular no Joinville, extremamente lento e fraco, está matando nosso setor defensivo. Outro caso que irrita profundamente é o de Thomás, que já provou para todos que não tem capacidade para ser jogadores de futebol. Foi praticamente chutado do Flamengo, mas ainda consegue emprego em um clube grande como o JEC. O resultado? Ah, foi expulso de uma maneira fútil e irresponsável contra o Vila, nos deixou na mão, sendo que no 11 contra 11 tínhamos chance de vencer.

Tudo está ruim, mas sempre apareceu algo para dar o golpe de misericórdia, para aniquilar de vez com as esperanças; pois isso aconteceu e foi no dia seguinte, em uma entrevista que o presidente do conselho deliberativo do JEC deu a uma rádio da cidade (89 FM), dizendo que confia em Júlio Rondinelli. Dizendo que confia. Ou seja, a única pessoa que pode intervir nesse circo que estamos passando diz que confia em um dos principais culpados dessa palhaçada toda, e sim, é isso mesmo. Deu para captar o quão perdidos estamos? Creio que sim.


O rebaixamento está batendo forte na nossa porta.
Foto: Divulgação/JEC
Querendo ou não, a Série C está batendo e muito na porta do JEC, algo que é triste demais, pois devíamos estar brigando pelo acesso. Se for para levar mais a fundo, éramos para estar na Série A, mas isso entra em outros aspectos que já passamos e hoje temos que focar em fugir do rebaixamento, o que é triste, mas é o que nos restou. Toda essa draga que estamos vivendo, se acumula desde a gestão de Nereu Martinelli, até a atual de Jony Stassun. São erros atrás de erros que resultam nisso que estamos vivendo. É complicado, dói e quem mais sofre com isso é o “trouxa” do sócio, que faça chuva ou faça sol, frio ou calor, está na arquibancada, querendo que o time que ele tanto ama consiga vencer.

Apesar de toda a revolta e desse texto não ter falado tanto da derrota, confira abaixo a ficha técnica da derrota no JEC na rodada que fechou o turno:

Vila Nova 2-1 Joinville

Local: Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, Goiânia (GO);
Público e renda: 4.742 pessoas presentes, para uma renda de R$ 71.235,00;
Arbitragem: Nielson Nogueira Dias foi quem comandou o apito, ele foi auxiliado por Bruno César Vieira e Francisco Chaves Bezerra Júnior;
Cartões amarelos: Fernandinho (JEC) e Thomás (JEC);
Cartão vermelho: Thomás (JEC);
Gols: Joãozinho (VIL) e Moisés (VIL) | Danrlei (JEC). Confira os gols da partida clicando aqui;

Vila Nova: Saulo | Bruno Oliveira, Reniê, Guilherme Teixeira e Marcelo Cordeiro | Caíque (Robston), Reginaldo (Frontini) e Jean Carlos | Fabinho (Fernando Neto), Joãozinho e Moisés | Técnico: Guilherme;


Joinville: Aranha | Reginaldo, Darnlei, Fabiano Eller e Fernandinho (Murilo) | Naldo, Kadu, Everton Silva (Tinga), Bruno Ribeiro (Ligger) e Thomás | Jael | Técnico: Lisca.


Nós não merecemos essa vergonheira que estamos passando
Foto: Divulgação/JEC
Com a entrada de Tinga na partida, o JEC chegou a incrível marca de 40 atletas utilizados em 19 partidas. Sim, 40 em 19, um número que deixa explícito a beleza como foi feito o planejamento (sarcasmo). O tricolor agora vai ter 16 dias para trabalhar e volta a campo somente no dia 19; o adversário será o Luverdense na Arena Joinville, confronto direto na fuga pelo rebaixamento, é matar ou morrer.

O que nos resta é erguer as mãos para os céus e torcer para que esse tempo de trabalho nos ajude positivamente, e que ao fim do ano essas coisas ruins citadas nesse texto estejam bem longe, caso contrário, se a coisa não melhorar... bem, o desfecho todos já sabem.

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