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2016 e o gostinho de invencibilidade continua

Boa tarde só para quem não perde para o rival há um ano e meio e contando. Um clássico não apenas com poucos gols, mas também com poucas provocações e as famosas cenas lamentáveis, depois de muito tempo conseguimos presenciar uma partida entre Cruzeiro e Atlético-MG por assim dizer “tranquila”.

Bom, o empate não foi o suficiente para o time celeste e provavelmente nenhum cruzeirense ficou satisfeito com o resultado, entretanto do outro lado da lagoa, tem muito torcedor aliviado pelo placar de 1x1 e agradecendo a Deus pelo o monstro Ábila não estar em uma tarde inspirada.




Gostaria de compartilhar com vocês que o futebol ainda respira. Que festa maravilhosa foi aquela que a torcida estrelada fez e ainda dizem que em Minas não tem mar, meu amigo, é porque você não participou de um jogo da Raposa.

Teve sinalizador azul e branco, houve a recepção da torcida no hall da entrada, cantamos “Frangas, me diz como se sente, em ser segundo nas gerais”, foi um show dentro e fora das arquibancadas, foi indescritível.

A invencibilidade do Cruzeiro contra as frangas, ops, quer dizer, Atlético-MG tem uma sequencia de cinco jogos, somando é um ano e cinco meses e isso tudo é porque o Cruzeiro treme “elas diziam”.

Agora, o Cruzeiro esquece um pouco a euforia do clássico e começa a pensar no seu próximo adversário e recompõe suas forças para enfrentar o Botafogo nesta quarta-feira às 21h45 no Mineirão, pela Copa do Brasil, em partida válida pelo jogo de volta.

Sobre o jogo:

Mais uma vez o torcedor foi o décimo segundo jogador, deu força ao time do inicio ao fim da partida e se sua torcida apoia o time na Série B, a minha não deixa o time cair.

Enfim, ao contrario de que todos esperavam a partida começou sonolenta, sem chances claras para ambos os lados, o que foi um pouco decepcionante, quem não gosta de um clássico fervendo e um teste para cardíaco?

E apesar do equilíbrio dos times, a Raposa ainda estava superior na partida, uma das primeiras oportunidades do Cruzeiro surgiu dos pés de Ábila e com o decorrer da etapa inicial o Cruzeiro criava, porém suas finalizações não tinham sucesso. A maior jogada de perigo do time visitante, foi com Otero que acertou um chute no travessão, não sei vocês, mas eu tirei aquela bola com o olho.

O Cruzeiro pagou caro por suas chances desperdiças e para ser exata, foi aos 30’ quando o Atlético-MG abriu o marcador no Gigante da Pampulha, com Clayton, quem achou que o gol iria desanimar os jogadores cruzeirenses estavam totalmente enganados, pelo contrario, isso deu fôlego a eles, tendo até uma chance clara de empatar o jogo ainda no primeiro tempo com Arrascaeta.




E para o segundo tempo, Mano Menezes realizou o desejo do torcedor colocando Alisson no lugar de Rafael Sóbis, que infelizmente tem andando meio sumido nos confrontos e ao longo da partida colocou Élber no lugar de Ariel Cabral, afinal não tínhamos nada a perder, certo? E com essas substituições conseguimos um Cruzeiro bem mais ofensivo.

Só dava Cruzeiro, a superioridade do Maior de Minas era evidente e o gol de empate era questão de tempo, e esse tempo foi aos 30’, após uma jogada ensaiada no setor defensivo. No lance, Arrascaeta encontrou Élber na linha de fundo pela direita, o mesmo deu o passe na medida para Robinho deixar o dele na partida.

Já era de se esperar que depois do gol cruzeirense, os atleticanos tinham que sair da retranca que eles insistiam em manter, isso tudo era medo? Bom, melhor para nós, que mesmo com um a menos encontramos alguns espaços e tivemos inúmeras oportunidades de virar o duelo, entretanto o final da partida terminou em 1x1, resultado regular para as duas equipes.


Paula Fernandes- @Paulinha_CEC

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