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Apenas o inicio de uma longa caminhada

Infelizmente, hoje não é um bom dia para o torcedor cruzeirense, que lá no fundo gostaria de acreditar que o resultado desse confronto seria diferente, aquele 1% de esperança ainda corria sobre nossas veias, até porque não poderia ser diferente temos o DNA vitorioso, não seria correto desistir do nosso time antes do apito final, pois bem minha família cruzeirense, aconteceu aquilo que muitos talvez já desconfiavam perdemos o titulo para o nosso rival, quer dizer, se você considerar o Atlético-MG um rival a altura do Cruzeiro.

Então nação azul, nessa partida consegui observar alguns detalhes que achei importante compartilhar com vocês e com isso vamos fazer aquela humilde resenha.

O primeiro ponto que eu não poderia deixar de falar é sobre o desespero dos atleticanos quando decidiram colocar caixas de som dentro do estádio no setor visitante em uma tentativa falha de abafar os cruzeirenses presentes, risos, desculpa, mas isso foi motivo de muita graça e antes que eu me esqueça nesse dia, tive a oportunidade de rever alguns atleticanos que tinham sumido depois de dois anos sem ganhar do Cruzeiro, ei freguês, volte sempre.

Foto: Washington Alves / Cruzeiro
E para completar o parágrafo anterior, gostaria de fixar com toda certeza em meu coração que o Cruzeiro perdeu para ele mesmo, faltou inteligência, raça, sangue nos olhos, não adianta nada pensar que poderá ganhar/reverter um placar quando bem quiser ou achar conveniente, sinceramente pensei que seria uma partida melhor pelo fato dos jogadores terem falado que pouparam forças no jogo contra a Chape por causa do clássico, se isso é estar concentrado em uma partida, misericórdia, apenas nos poupe de um futebolzinho de quinta, ninguém é obrigado. Não quero nem saber qual vai ser a desculpa dos jogadores celestes sobre o jogo de hoje, a equipe tinha uma missão e falhou ao cumpri-la, simples.

Quer saber o sinônimo de tortura? Deviam ter assistido o primeiro tempo de Cruzeiro e Atlético, a Raposa estava irreconhecível, jogava como se tivesse alguma vantagem, ou estivesse ganhando o duelo, só na primeira etapa eu esgotei meu vocabulário sobre “xingar o time do Cruzeiro quando não faz nada útil”. Se tiver uma regra no futebol que não costuma falhar é essa “quem não faz” complete para mim, por favor, obrigada, pois é, foi dito e feito, depois de uma falha grotesca da zaga celeste, o adversário abriu o placar.

Como se diz aqui em Minas “tem cabimento uns trem desses, pensa”, se a nossa situação já estava complicada por causa da desorganização em campo, imagina depois de tomar um gol, meus amigos, foi á mesma coisa que ganhar uma facada no coração. Na altura do campeonato o tempo era nosso maior inimigo, e para ser exata tínhamos apenas 45 minutos para correr atrás do prejuízo e por incrível que pareça, a etapa final foi melhor, Cruzeiro achou aquele golzinho de misericórdia aos 06’ dando aquela esperança para a torcida, poxa Cruzeiro, porque você gosta de nos iludir?

Fim de jogo e muita tristeza para o lado azul e branco, o que mais decepciona é que a torcida estrelada sentiu que faltou aquela essência, aquela gosta de perseverança e coragem. Vida que segue, nação azul, já superamos varias eliminações mais significativas e ainda estamos firmes e fortes, agora resta o Maior de Minas fazer sua parte e se redimir, ganhando e sendo favorito em todas as competições esse ano e não esqueçam se me perguntar um milhão de vezes: Eu sou Cruzeiro até morrer.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

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