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A um passo do paraíso

Fala nação azul, ainda estão vivos depois desse confronto? No meu caso, particularmente, quase não cheguei até o final do jogo, porém sigo firme e forte. Para alguns torcedores o duelo entre Cruzeiro e Flamengo foi de baixo nível, mas em minha humilde opinião apenas flamenguistas e cruzeirenses sabem toda confusão de sentimentos que estava dentro de cada torcedor que ama seu clube, a ansiedade e nervosismo que se tornaram nosso segundo nome durante a semana e apesar de poucos acharem que poderia ser uma final melhor, eu venho declarar com a permissão que é dada a mim, que foi um JOGAÇO, estive com meu coração na mão por varias vezes.

Essa vai para você que gosta de coincidências, primeiramente: todas as vezes que o Maior de Minas conquistou a Copa do Brasil, ele empatou no jogo de ida, quer mais? Em 2003, o placar da final contra o Flamengo foi 1x1 marcado por um camisa dez, no segundo tempo e do mesmo lado. Pelo menos tentem não criar expectativas.

Fotos: Rafael Ribeiro/ Lightpress/Cruzeiro

Estamos mais próximos do que imaginamos, nação. Antes que parecia tão distante, agora temos no dia 27/09 os 90 minutos mais importantes desse ano, isso se não for exagerar e falar que é da vida, contra tudo e todos, ainda não tem nada ganho, que os deuses do futebol estejam a nosso favor para que possamos buscar o quinto titulo pela Copa do Brasil.

Hoje é dia de Cruzeiro?Sim, mas também foi dia do nosso goleiro Fábio, que homem, é o melhor goleiro do Brasil. Se o resultado acabou 1x1 foi pelo fato de termos esse ser humano maravilhoso defendendo nosso gol, nossa camisa. Gratidão define.

Agora vamos fazer aquela velha e boa resenha para não perder o costume: Bom, não podemos esquecer que presenciamos uma #FinalDeTimeGrande ou seja, muita tradição em campo ao todo são 7 títulos da Copa do Brasil( 4 da Raposa) e nenhum rebaixamento presente.

Fotos: Rafael Ribeiro/ Lightpress/Cruzeiro

O primeiro tempo entre Cruzeiro e Flamengo, foi “tranquilo” se compararmos com a etapa final, mas ainda sobre a primeira parte do jogo quem foi para cima e dominou boa parte foram os cariocas, quer dizer, eles não poderiam ter outra postura, certo? Pensem comigo: jogando dentro do Maracanã, com a torcida em peso, tinham que fazer a parte deles e meu amigo, fizeram. Perguntem para o Fábio, foram tantas “defesasas” que estou até agora tentando entender como ele conseguiu essa proeza. É claro, que o Maior de Minas arriscou e passou um pouco de susto na equipe carioca, entretanto não foi na mesma proporção que o adversário.

Agora, o segundo tempo? Toda emoção que não “teve” na fase inicial, aconteceu tudo na segunda etapa. O Cruzeiro manteve a postura inicial que era se defender bem, não ceder espaço para o adversário e resistir ao máximo a pressão do Flamengo, para que assim que surgir aquela boa oportunidade finalizar e quem sabe achar um golzinho milagroso. Porém, esse jogo de ataque contra defesa é perigoso, pois uma hora o time que tanto se defende vai cansar de fazer aquela marcação de alto nível e foi aos 30 minutos que surgiu o gol dos cariocas com Lucas Paquetá, que estava por sinal muito impedido, se tinha uma coisa que ele estava, era impedido.

Fotos: Rafael Ribeiro/ Lightpress/Cruzeiro

Vida que segue, a Raposa não se abateu, pelo contrário arrumou forças, com apoio do torcedor cruzeirense que marcou presença ( não queria falar, mas calou o maracanã), conseguimos o gol de empate com nossa arma secreta, o mestre Arrascaeta, que deixou o nosso sonho do pentacampeonato vivo, para que em casa possamos conversar, a partida está em aberto, mas VAMOS CRUZEIRO.

Paula Fernandes/@Paulinha_CEC


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