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Presa fácil

Sim, é essa expressão que define o Fluminense de 2017, um time que, comparado aos outros gigantes do futebol, não demonstra a competitividade necessária para bater de frente contra os elencos poderosos dos rivais no campeonato brasileiro.

Um time que vendeu falsas esperanças com o excelente rendimento no campeonato carioca, mas que, desde lá, estava fadado à mediocridade, mas torcedor, não se engane, tal postura do time não pode ser colocada nas costas dos jogadores, e muito menos do técnico Abel Braga que faz o que pode para dar um rumo a esse time que se reinventou no início do ano, mas que se perdeu naturalmente com o desgaste dos jogadores e a falta de peças de reposição no elenco. Fato que provocou a inserção de jovens das categorias de base totalmente despreparados para assumir uma posição titular no time.

As atitudes imprudentes da diretoria do clube geraram consequências que estão claras a todos que queiram enxergar: o grande tricolor carioca se tornou uma presa fácil, um cordeiro rodeado por lobos.

Hoje, 24 de setembro, o lobo da vez foi o Palmeiras. Time que vinha de 3 jogos de invencibilidade no campeonato brasileiro e com um viés de alta desde sua eliminação na libertadores. O jogo foi no Maracanã, porém o time paulista estava tão à vontade em campo que mais parecia que estava na arena Allianz Parque em São Paulo.

O tricolor se viu cercado e encurralado pelo Palmeiras durante todo o primeiro tempo. Sem saber o que fazer, o time rifava a bola sempre que tinha chance para a afastar o perigo provocado pelo ataque palmeirense que sufocava a zaga tricolor com jogadas trabalhadas coletiva e individualmente. O adversário acumulava chances perdidas e o gol parecia ser uma questão de tempo.

Dito e feito, após uma bola rebatida da área do flu, a bola sobrou para o lateral Egídio que dominou e acertou um lindo chute de trivela no ângulo do gol defendido por Júlio César. A partir daí, a expectativa era de que o poderoso time do Palmeiras aplicasse uma goleada em pleno Maracanã. Sorte do flu que a mira dos atacantes palmeirenses não estava em dia.

Na segunda etapa, o tricolor apresentou uma relativa melhora, entretanto seguia sob domínio do time alviverde que parecia nem se esforçar para controlar a partida.

O tempo passava, a torcida ficava cada vez mais impaciente, e o goleiro Fernando Prass seguia sem trabalhar. Com apenas 3 finalizações na direção do gol, o flu sai de campo, ao som de vaias, amargando mais um resultado negativo dentro de casa.

Em queda livre, o flu ocupa a 12ª colocação a apenas 3 pontos da zona de rebaixamento, com a possibilidade de cair mais uma posição dependendo do resultado do jogo de amanhã entre Sport x Vasco. Faltando pouco mais de 10 rodadas para o fim do campeonato, fica o questionamento: o quão fundo o Fluminense pode chegar?

Imagem retirada no Site do GloboEsporte
ST,
Caio Ramos

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