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Vencer perdendo e suas perspectivas.

[Foto: Getty Images]

Usarei isso aqui pra falar um pouco dos dois jogos. O primeiro, o qual eu fui, foi uma festa excelente para um jogo horrível, o qual a torcida não merecia, mas ainda assim saímos com uma vitória magra que agradou os equatorianos, que ficaram fazendo tanta cera a ponto de poderem criar um museu de jogadores que assombram o Fluminense. É de se desconfiar quando o Fluminense não toma gol em uma partida com Barcos em campo e Nogueira e Frazan sendo a dupla de zaga.

O histórico apontava por um desastre, goleadas são uma constante em Quito e esse é o pior Fluminense entre os 3 do ciclo 2008 - 2017 de confrontos sulamericanos contra a LDU. Felizmente esse também é o pior dos times equatorianos desde 2008, o que equilibra um pouco, mas não muito. Por alguma perversão do destino, estamos classificados, sim, mas para enfrentar um time com muito mais dinheiro, condições e recursos de elenco, nosso rival que nasceu de nossos restos. Antes eles que a Chapecoense? Não sei.

O time ao menos levou 60 minutos para sofrer um gol, houve um tempo de desespero com esperança. Mas o time continua ruim e foi mal escalado hoje. Alguns torcedores acham uma infâmia sentir falta de Gum na zaga, mesmo com ele dando dois Brasileiros fazendo parte da zaga menos vazada. Hoje sentiu-se falta de Reginaldo. Os laterais pela esquerda parecem figurantes dos Trapalhões, nenhum serve pra algo que não seja fazer número. Léo Pelé supostamente defende melhor e tem a jogada manjada de lateral pra área. Marlon ataca de forma medíocre, não é tão bom defensivamente e lembra Giovanni.

Abel não quer voltar com Sornoza, Wellington Silva morreu depois de 2 jogos bons depois da rejeição francesa. Estivemos sem Dourado e dependemos de Pedro pra que esse fantasma fosse levemente exorcizado. Pois as cicatrizes nunca sumirão, Os títulos perdidos não voltarão. E nem a alma foi tão lavada assim, o time jogou de forma terrível e perderia pra qualquer outro desse confronto de forma humilhante. Enquanto torcedor eu deveria acreditar, claro. Mas as frustrações e as ilusões partidas me fazem pensar que um massacre se anuncia. Isso que em 2009 nós os eliminamos naquele jogo onde Fábio Santos quase matou o Pet no gramado. Os dois times eram medíocres, ainda que tenham se ajeitado mais tarde.

Por outro lado, se por ventura o milagre acontecer e jogarmos como o Fluminense, assim eliminando o Flamengo nas quartas, posso até acreditar que ninguém poderá segurar. Mas continuo cético.

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