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Real Sociedad 1×2 Barcelona: Perdemos, mas é preciso dizer que melhoramos

Momento mais marcante da reinauguração do Anoeta, a despedida emocionada entre Imanol Agirretxe e sua torcida. Inesquecível (Foto: Reprodução – AS)

Após a derrota de virada para o Barcelona por 2 a 1, ficamos na 12ª posição da tabela, com apenas 4 pontos em 12 disputados. É sempre importante lembrar que começamos com três jogos seguidos fora de casa, estreando nosso mando (e reestreando o novo e 75% reformado Anoeta) com o gigante Barcelona. Dito isto, é importante dizer que melhoramos do jogo do Eibar para cá.
A parada para a data FIFA permitiu a Asier Garitano demonstrar um pouco mais de repertório tático para o embate contra os culés. O losango no meio campo formado por Zubeldia, Illarra, Pardo e Zurutuza foi um acerto. Conseguimos travar o meio-campo do time de Messi, que esteve apagado, sem conseguir fazer grandes estragos pelos lados que teoricamente abrimos mão de cobrir com esse quarteto mais centralizado de meio-campistas. Ter Stegen acabou sendo o grande destaque do Barcelona na partida, se não tiver sido o melhor em campo, negando gols de Théo e Juanmi em um momento que vencíamos por 1 a 0 e poderíamos ter aumentado a vantagem e encorpar de vez para uma vitória importantíssima contra um time que sempre sofre em nossos domínios.
Detalhes. Normalmente é o que basta para o Barcelona.
A vantagem construída por um enorme Aritz Elustondo no início de jogo (foi soberbo também em sua função “básica” de zagueiro durante todo o jogo, com uma frieza absurda e controle dos espaços defensivos) acabou sendo desfeita em duas falhas do bom, mas irregular Rulli. Duas saídas erradas em cruzamento que provocaram o empate pelos pés de Suárez e a virada sacramentada por Dembelé, tudo isso em apenas três minutos. E o goleiro argentino vinha bem, demonstrando um ótimo reflexo. Infelizmente segue com a irregularidade das duas últimas temporadas.
O time em nenhum momento se abateu em campo. Continuou agredindo, jogando e deixando jogar. Deixa boas impressões para o futuro, que agora, ao menos em tese, será menos complicado, nos reservando o frágil Huesca fora e o Rayo Vallecano novamente em casa.
Sem Willian José, lesionado, e com um ataque mais tímido sem a presença do brasileiro, nosso meio-campo vem sendo o destaque, não só com o quarteto titular do último jogo (o renascimento de Rubén Pardo é maravilhoso de se ver), mas também com o 12º jogador Mikel Merino, que faz todas as funções da meia cancha categoria, e entrou no decorrer do jogo com mais uma boa atuação.
Que a crescente no desempenho se traduza naturalmente na tabela daqui para frente.
Ficha técnica
Real Sociedad: (4-3-1-2) Rulli; Zaldua, Aritz, Moreno e Theo; Illarra (Merino, min.83), Zubeldia e Pardo (Sangalli, min83);  Zurutuza (Bautista, min.73); Oyarzabal e Juanmi. TÉC: Asier Garitano
FC Barcelona: (4-3-3) Ter Stegen; Semedo (Coutinho, min.46), Piqué, Umtití e Alba; Roberto, Rakitic e Rafinha (Sergio, min.57); Dembelé (Vidal, min.77), Messi (cap) e Suárez. TÉC: Ernesto Valverde
 Gols: 1-0: Aritz, min.12. 1-1: Suárez, min.63. 1-2: Dembelé, min.66.
 Árbitro: Del Cerro Grande. Amarelo para Illarra da Real Sociedad e Umtiti do Barcelona.
Público: 26.756 espectadores.


Melhores Momentos:

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