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Sem vencer, mas ainda respirando por aparelhos

A luta contra o rebaixamento para a Série C está chegando em seus momentos mais decisivos e emocionantes. A depender de resultados, quatro equipes da 16ª à 19ª colocação podem terminar a 31ª rodada com 32 pontos, e se acontecer, o Galo voltaria para a zona, especificamente para a 17ª colocação. 
Na próxima sexta-feira, o Sampaio Corrêa irá visitar o Atlético Goianiense em Goiânia. A torcida regatiana estará torcendo em dobro para a vitória do Atlético, já que o clube do cerrado também está na briga pelo acesso e pode tirar o rival de cena. O Sampaio Corrêa por sua vez, precisa de uma vitória para sair do Z4, indo à 32 pontos com 8 vitórias passaria o CRB que tem somente 7 vitórias.

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Foto: Fernando Torres
No jogo contra o Paysandu, a arbitragem interferiu em momentos cruciais na partida. No início do jogo um pênalti mal marcado colocou a equipe paraense a frente do placar com gol de Hugo Almeida. Ainda no primeiro tempo, Rafael Carioca acertou um belo chute e empatou a partida. O meio-campo não conseguiu produzir o suficiente durante o jogo, Roberto Fernandes fez alterações para fechar mais a equipe, e isso complicou mais o jogo. Tirou um volante e pôs um zagueiro, tirou um meia e colocou um volante, e também colocou Diego Rosa em campo, o que já é bem revoltante um jogador desse nível ser relacionado nos jogos. No fim da partida, Iago aproveitou vacilo do defensor do Paysandu, e estava cara a cara com o goleiro quando sofreu uma falta na entrada da área. Uma falta que era claramente uma expulsão, mas o árbitro amarelou. Diego Rosa foi reclamar, foi peitado pelo árbitro e o empurrou, e por conta disso levou um cartão vermelho. Um lance que poderia acontecer o gol, e que por uma falta digna de cartão vermelho, não aconteceu. 
Porém, o empate em Belém nos deixou fora da zona de rebaixamento. Agora teremos o Goiás no Rei Pelé e em seguida jogos contra São Bento (fora de casa), Boa Esporte e Juventude (ambos em casa). No primeiro turno, fizemos 6 pontos nesta sequência, mas só tínhamos jogado apenas uma vez em casa, no jogo contra o São Bento. Agora serão três jogos em casa, e ainda depois teremos pela frente o Criciúma e o Figueirense. Serão cinco confrontos contra equipes que estão na segunda parte da tabela da Série B. Vencer agora significa sobreviver, e é disso que o CRB necessita.

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