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Sobre a saída de Larghi e a volta de Levir

(Foto: Bruno Cantini/Atlético)
Saudações.

É, amigos. O Larghismo chegou ao fim, depois de longos oito meses. Se você foi uma das cinco pessoas que leram o texto que eu fiz ontem (e obviamente foi apagado), sabe minha opinião sobre isso.

Thiago Larghi foi demitido da pior forma possível. Não teve aviso prévio e soube da sua saída pela imprensa. Pior, a diretoria negociou com o novo treinador antes de demitir o atual.

Só esse trecho acima prova que nosso ex-técnico era o menos culpado da fase ruim do Galo.

Larghi, por algum tempo, teve muita moral com a torcida, mesmo com as eliminações vexatórias na Copa Sulamiranda e Copa do Brasil. Pegou o time de Oswaldo de Oliveira em frangalhos e conseguiu dar certo padrão de jogo. Levou a equipe ao 2º lugar do Brasileirão, antes da pausa para a Copa do Mundo. Porém, depois disso, mais de meio time foi contratado e jogadores importantíssimos foram perdidos (Róger Guedes e Gustavo Blanco)

A queda de rendimento era inevitável.

Ela veio. E veio forte. Aí, o prestígio que o treinador tinha com a torcida e diretoria foi pro espaço. A gota d'água foi o empate contra o América, no último domingo. A corda arrebentou para o lado mais fraco.

Com 49 jogos no comando, Thiago Larghi foi demitido por volta das 18h da última quarta-feira e não aceitou voltar a ser auxiliar técnico no Galo.

Antes mesmo das 20h do mesmo dia, o "novo" treineiro foi anunciado: Levir Culpi.

Olha que velhinho lindo.
(Foto: Bruno Cantini/Atlético)
VÔ LEVIR ESTÁ DE VOLTA

Levir Culpi retorna para sua quinta passagem pelo Galo. A última, entre 2014 e 2015, foi a mais vitoriosa: 1 Campeonato Mineiro, 1 Copa do Brasil e 1 Recopa Sul-Americana.

Opinião: Levir é uma comédia. Vai pra coletiva, faz piada e não tá nem aí. Afinal, já tem 135 anos de idade e tá podre de rico.

Entretanto, sabe muito bem se impor. Em 2014, mal chegando no Atlético, barrou em uma tacada só, Ronaldinho, Jô e Tardelli. Não se engane com a fala mansa: o véio tem personalidade

Seus últimos trabalhos não são bons, é verdade. Não durou um ano sequer em Fluminense, Santos e Gamba Osaka-JAP. Mas Levir tem uma química especial com o Galo. Não a toa é um dos treinadores mais importantes da nossa história.

Em 2015, saiu com a imagem desgastada com os atleticanos e os jogadores. Hoje, volta como salvador da pátria. 

A Filosofia Galo Doido, capaz de tornar o Atlético o time de melhor ataque e pior defesa, era execrada há 3 anos atrás. Agora é a solução dos nossos problemas.

O jeito irônico e fanfarrão nas entrevistas causava a ira dos torcedores. Hoje, se ele resolver fazer um stand-up na sala de imprensa, tá tudo bem. Ele pode.

Nós amamos te odiar, Levir. Bem-vindo de volta.

Um forte abraço.


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