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Marcão, o Danton Tricolor

(Reprodução: diariocarioca.com)

A Revolução Francesa contou com diversos personagens que ficaram marcados na história. Um dos protagonistas desse cenário foi Geoeges Danton, um líder carismático que teve um destino tráfico.

Enquanto Robespierre (lìder político da revolução) se preocupava em conter as revoltas internas e guilhotinar os traidores da jovem República Francesa, Danton mobilizava os jovens e inflamava os parisienses para combaterem os países opositores ao regime francês.

Marcão assumiu o comando técnico do Fluminense em um momento conturbado. O líder político do Tricolor guilhotinava técnicos e parecia perdido no cargo. A luz do iluminismo nesse rolar de cabeças veio do negro Marcão.

Assim como Danton, o novo técnico do Fluzão se preocupou em reunir as tropas. Acalmou as divisões internas e apontou para fora do clube, lá estão os verdadeiros inimigos da República Tricolor.

Seu carisma é destacado por todos os seus comandados, porém, se engana quem acha que Marcão é apenas um sorriso simpático. O ex-camisa 5 do Flu estudou, batalhou e agora tem o seu trabalho reconhecido.  Assim como Danton, um brilhante advogado que era reconhecido pela sua oratória inflamada.

Espero que o futuro de Marcão seja diferente do destino de Danton. O lìder francês que uniu o seu povo foi guilhotinado por traição. Sua sentença foi fruto da vaidade de Robespierre e seus associados que temiam a popularidade do advogado.

Marcão ganhou o seu elenco, ganhou a torcida, ganhou um clássico. Não é momento de vaidade, chegou o momento de guardar a guilhotina e conter o rolar de cabeças que só atrapalhou o ano do Flu até agora.

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