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A bagunça Figueirense Futebol Clube

Raiva, ódio e cansaço. Palavras que definem meu sentimento em relação ao Figueirense hoje. O empate ontem contra o América-MG foi a gota d'água. Time é apático, jogadores andando em campo, tropeçando nas próprias pernas e se estabacando no chão... Salvo raras exceções, é um time de amadores.

Eu poderia ficar escrevendo aqui uma Bíblia sobre a atual situação do Figueirense e enviar para a diretoria do clube pedindo mudanças. Mas de nada iria adiantar. O Clube não ouve a torcida. As pessoas que lá estão, só têm um único objetivo: ganhar dinheiro com o Figueirense. Se aproveitar da 'marca' que é o Figueirense Futebol Clube.

Alguns pontos são impossíveis de entender. Por que Tuca Guimarães foi efetivado como técnico? O que ele fez de revolucionário no time que o preteriu para ser o nosso treinador? O time continua jogando mal. Exceto no início de seu trabalho (por uns 3 jogos), o Figueirense evoluiu 0% em relação ao que jogava com outros técnicos.

O segundo ponto é bem simples: O que o Branco vem fazer aqui? "Assessor da Presidência". Ah, quer mentir para mentiroso? Viram Branco largado por aí e ofereceram esse cargo a ele. Vai fazer nada de útil ao Figueirense. Mais um gasto à toa.

Terceiro ponto é o que mais me intriga: Onde está o diretor de futebol do Figueirense, Cleber Giglio? Eu quero explicações, meu senhor. Na coletiva de dispensa de Carlos Alberto - será o próximo ponto - quem deu a notícia de que o até então camisa 19 não faria mais parte do elenco, foi o Assessor da Presidência, Branco. Estranho, não é mesmo? Dê as caras, Cleber Giglio! Tu que trouxesse boa parte desse elenco. Ao lado de seu Presidente, dê as devidas explicações que o torcedor exige. E ao final de suas explicações, por favor, peça para sair.

O quarto e último ponto: Dispensa do meia Carlos Alberto. O Figueirense não confirma, claro, mas o motivo é o seguinte. O grupo de jogadores estava insatisfeito com Carlos Alberto. Ainda mais que, no intervalo da partida contra o São Paulo no último domingo, alguns jogadores quase foram às vias de fato com o meia. Junto com Rafael Moura, Carlos Alberto era o nosso principal jogador. De meio-campo no time, praticamente só existia ele. Além desse problema de insatisfação de seus colegas de trabalho, outro empecilho era o número alto de lesões do agora ex-meia alvinegro. Nestes dois anos vestindo a camisa do Figueirense, foram cerca de apenas 30 partidas jogadas. Pouquíssimo.

Pois então, se para o elenco o problema era o Carlos Alberto, então deve estar tudo bem a partir de agora. Se o motivo deles jogarem tão mal era a presença do meia, que agora tratem de tomar vergonha na cara, e entrarem em campo dando a vida, jogando bem e que tirem o Figueirense dessa eterna areia movediça que é jogar uma Série A de Campeonato Brasileiro.

Patrick Silva | @figueiradepre

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