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Mãos salvadoras, time apático e ponto conquistado

Um buscando o G4, já o outro a instabilidade na competição. Treinadores recém-chegados e que antes do começo da partida, ainda não haviam perdido nenhuma partida com suas novas equipes. O Galo repetiu dez dos onze iniciais da vitória contra o Náutico, a única novidade foi Marcos Martins na lateral direita. Já o mandante, após vitória histórica no Beira Rio, só esperava conquistar mais um ótimo resultado em seu estádio. A partida foi realizada no Melão, apelido carinhoso para um estádio localizado em Varginha, interior de Minas Gerais. 

Ficha técnica

Boa Esporte: Daniel; Ruan, Caíque, Douglas Assis e Paulinho; Escobar, Diones e Fellipe Mateus; Wesley, Ramon (Thaciano) e Reis.

CRB: Kölln; Marcos, Boaventura, Adalberto e Diego; Yuri, Danilo Pires, Ratinho (Tony) e Chico; Erick Salles (Ytalo) e Zé Carlos (Neto Baiano).

O jogo

Quem iria adivinhar que após três atuações razoáveis o Galo seria engolido pelo Boa no primeiro tempo da forma que aconteceu? Poucas vezes a equipe alagoana ultrapassou a linha do meio de campo com a posse da bola para criar oportunidades. O domínio foi totalmente da equipe mandante. Edson Köln era obrigado a fazer defesas, segurar a posse e "gritar nos ouvidos alheios".


Reprodução Premiere FC
Finalizações perigosas fizeram parte da primeira etapa, assim como as inumerosas falhas defensivas de marcação que variavam constantemente entre laterais, volantes e zagueiros. Os meias de criação do adversário faziam a festa. A primeira e única grande chance do Galo na primeira etapa foi com Edson Ratinho, finalizou forte e o goleiro espalmou, mas nada aconteceu após isto.
Reprodução Premiere FC

Enquanto a equipe mandante trabalhava bem a bola, a criação do CRB era totalmente escassa e não mostrava nenhuma reação. Chico, Ratinho e Erick não conseguiam criar nada, e Danilo Pires junto a Yuri também não. Era só assistir o adversário e torcer por um lance isolado de contra-ataque para tentar decidir a partida em uma única bola.
A primeira tentativa de mudança de Dado foi sacar Erick Salles, que fazia uma péssima partida, e lançar Ytalo à campo aos 16' da segunda etapa. Em seguida, Zé Carlos saindo aos 20' para a entrada de Neto Baiano.
Mesmo após as duas mudanças na ficha técnica, a mesma palavra não ganhou efeito em campo. O Galo não mudou, ficou o mesmo jogo de esperar o adversário e errar os passes na saída de bola, faltando a criação que poderia surgir no banco de reservas com jogadores como Tony e Élvis.
Goleiro do CRB era bastante exigido, sendo obrigado a fazer lindas defesas quando necessário. Salvando a equipe, mas não motivava aos demais. Tony entrou aos 30' fazendo sua estreia , Edson Ratinho saiu para lhe dar lugar. Não há como falar do jogo, sem ficar repetindo várias e várias vezes o nome do goleiro Edson Köln. Partida brilhante, evitando gols a todo momento e ataque do adversário. Sem dúvidas alguma o melhor em campo. Sem criar, só esperando as chances, vendo a equipe mandante controlar e abusar das finalizações e da posse de bola. Foram dados quatro minutos, e o jogo se encerrou aos 49'.

Próximo jogo

O Galo volta a Maceió e fará no Rei Pelé uma partida na terça e outra no sábado. Na terça, contra o Figueirense às 21h. E no sábado contra o Internacional às 16h30. Parada importante para o CRB em Maceió, junto ao seu torcedor e podendo fazer pontos importantes em busca do acesso.

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