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Jogo de compadre

         Em um campeonato disputado por pontos corridos como o brasileiro, o final de temporada se caracteriza, em sua maioria, por jogos sem relevância entre times que não almejam mais nada e que já estão estagnados em suas posições, sem chances de perdê-la ou melhorá-la. 
           Ontem, 9 de agosto, em jogo adiado, válido pela 17ª rodada, o Fluminense foi a Campinas enfrentar a Ponte Preta com a possibilidade de alcançar o Sport, sexto colocado no Brasileirão e último time com vaga garantida na libertadores de 2018. Além disso, o time campinense também precisava da vitória para se afastar do fantasma da zona de rebaixamento. Ou seja, o jogo possuía ingredientes para ser bem disputado, uma partida entre duas equipes motivadas e conscientes de que o resultado positivo as elevaria na tabela do campeonato e daria mais tranquilidade para começar o 2º turno.
    Entretanto, o que se viu na noite de ontem parecia mais uma daquelas partidas de fim de temporada nas quais os times entram em campo sem vontade de jogar, sem disposição para atacar, como se os 3 pontos em disputa não valessem para nada. Em um jogo chato e duro de assistir, nenhuma das duas equipes conseguiu transpassar a marcação adversária, criando pouquíssimas chances de gol, chances estas que se originaram de chutes despretensiosos e que em sua maioria iam para fora.
    Com apenas 4 finalizações na direção do gol, o flu terminou sua participação no primeiro turno do campeonato brasileiro com um empate seco que o deixou na 9ª colocação a dois pontos do G6.
           Fazendo um balanço geral e considerando as circunstâncias, o flu encerra o primeiro turno de forma digna de seu plantel, com 6 vitórias, 8 empates e 5 derrotas. 
  Para o segundo turno, a expectativa, além dos retornos de Sornoza e Douglas, é de um time mais confiante e ciente de sua capacidade produtiva, principalmente dentro de casa com o apoio de sua torcida. Talvez, assim, os empates possam ser transformados em vitórias e o desejo de ir para a libertadores, que no início do ano era utópico, torne-se mais real.

ST
Caio Ramos

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