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É o Fluminense mesmo?



Você não está maluco, tricolor. Eu também não. Após um começo de ano com um time inteiro indo embora, salários atrasados, mudança de esquema tático e atuação medíocre na Flórida, o Fluminense venceu a sexta partida consecutiva e está oito jogos sem perder. Esse jogo contra o Flamengo serviu, não apenas para dar confiança ao grupo, mas para a torcida também.

É claro, jogamos contra o time reserva rubro-negro. No entanto, era esse time que estava invicto no carioca e só tinha tomado um gol até o momento. Tem suas qualidades. Dois ou três titulares deles provavelmente estariam no nosso 11 inicial regularmente. Por isso devemos louvar a atuação dos nossos jogadores. Não foi uma vitória conquistada num gol fortuito em um jogo parelho. Foi um atropelamento.

Creditar a apenas um ou dois personagens a razão da goleada seria injustiça da minha parte. Devo começar os elogios pela zaga. Não deixou o ataque do Flamengo fazer pressão e tirou todas as bolas que podiam ameaçar Julio Cesar. Precisa tanto por cima como por baixo. Conseguiu também ajudar os volantes a sair jogando pelo chão, sem rifar a bola. Essa saída foi primordial para nós. Jadson e Richard tinham com quem dialogar para tirar o time da defesa e a bola chegava a Sornoza e Marcos Junior redondinha.

Alô Tite!
Foto: Lucas Merçon/FFC

Com tanta organização os gols saíram naturalmente. Jogamos, desde o primeiro minuto, sabendo o que fazer. O time foi implacável. Poderia até ter feito mais se caprichasse mais em algumas situações, mas irei poupar o time de alguma crítica, inclusive o Pedro.

A grande pergunta que fica é até onde esse time pode chegar. Evidentemente não estou falando de título do Brasileirão, mas a expectativa um mês atrás era de rebaixamento certo. Meu amigo colunista de Fluminense nesse site já chamava 2018 de ano de despedida da Série A.

Eu acredito que podemos fazer campanhas dignas em todos os campeonatos que vamos disputar. Não teremos eliminações vexatórias como a do Botafogo nem na Sul-Americana, nem na Copa do Brasil e terminaremos na mesma faixa que terminamos o Brasileiro do ano passado. Se vier mais algum reforço, porque não pensar até em ir longe em algum mata-mata?

Espero não estar me precipitando.

Saudações Tricolores

Matheus Garzon

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