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Por pouco, mas custando muito

Outra vez a vitória não veio. Mas é, fazer o que? A equipe cria, tem a posse de bola, é tida como a que mais troca passes em toda a competição, mas a finalização parece ser mais um inimigo do que algo que pode trazer sorrisos do que o pobre lamento no fim de uma jogada.
É uma sina, já podemos nos acostumar. Júnior Rocha trouxe um jeito diferente de jogar, mais ofensivo, mas tendo mais a posse, evitando os chutões. O problema é que essa ofensividade não condiz totalmente com o que acontece. O CRB finaliza pouco, e acertar no gol então é bem mais difícil.

(Pei Fon / Portal TNH1)
Foto: Pei Fon
Hoje contra o rival, tivemos uma maior posse de bola. Chegamos algumas vezes, Neto Baiano levou perigo em duas oportunidades de bola parada, mas não deu em nada. Mazola entrou bem no jogo, Cleiton Xavier se machucou e não sabemos ainda o grau de sua lesão. Os volantes foram bem, a defesa foi insegura. O jogo em si não foi de um nível técnico tão alto, as equipes aproveitavam o cansaço uma da outra, e o CRB se deu melhor neste quesito, onde conseguiu pressionar no fim do jogo, mas sem sucesso.
Willians Santana teve uma grande oportunidade no fim do jogo, mas não conseguiu concluir a gol.
A esperança é que o CRB seja mais efetivo daqui pra frente, mas é bem difícil. Júnior Rocha terá talvez uma última chance, que será nos dois próximos jogos no Rei Pelé contra Ponte Preta e Paysandu. É vencer ou vencer, e caso não aconteça as duas vitórias, pode custar caro para o treinador e também para torcedor e elenco.
O empate por 0 a 0 foi insuficiente para a nossa equipe, já que tivemos algumas chances perigosas. O rival também teve, mas não levou tanto perigo quanto o Galo. A estreia de Rafael Carioca irá acontecer no próximo jogo, já que Diego está suspenso. Então vamos aguardar estes dois próximos jogos, onde a vida do CRB estará em jogo.

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