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Incertezas, crises e redenção: O 2018 do Galo (1/3)

(Foto: Torcedores.com)
Saudações.

Depois de mais de um mês ausente por motivos de loucura mental, volto à este humilde portal esportivo para escrever uma pequena série de textos (talvez três) o ano de merlin do Galo.

Primeiramente, vamos contextualizar: o presidente Sette Câmara assumiu o clube no fim do ano passado com um (necessário) discurso de austeridade financeira, que logo foi posto em prática, com a dispensa de medalhões como Fred, Marcos Rocha e Robinho.

Inevitavelmente, tal política de corte de gastos iria se refletir na qualidade das contratações, a começar por Alexandre Gallo, o Tadeu. Ele tava varrendo a porta do CT e virou diretor de futebol do Atlético.

No começo do ano, com o aval de Tadeu, chegaram sete jogadores. Desses, três renderam alguma coisa, três foram embora antes do fim da temporada e o outro é o Tomás Andrade.

(Foto:  VEJA/TV Globo)
 DENTRO DE CAMPO

Fora da Libertadores, com um elenco questionável e com Oswaldo de Oliveira como treineiro, a expectativa era mais baixa que a a minha autoestima.

E o Galo começou a temporada correspondendo tais expectativas, com um empate sem gols contra o possante Boa Esporte, porém, no jogo seguinte, o time venceu o Democrata por 3x0.

A partir daí, só desgraça: derrota para o Villa Nova, empate contra a Patrocinense, vitória choradíssima contra a URT e o jogo fatídico contra o nosso chará acriano. Oswaldo de Oliveira foi péssimo em campo e pior ainda fora dele, tretando com o Léo Gomide. No dia seguinte, Oswaldia e Alegria foi demitido.

Um rosto lindo e um sorriso encantador.
(Foto: Lance!)
COMEÇA A ERA THIAGO LARGHI

O jogo contra a Caldense, pela 6ª rodada do Mineiro, marcou a estreia do então auxiliar técnico Thiago Larghi no comando do Galo. O time perdeu, porém, como já eram notáveis as mudanças no estilo de jogo, a derrota ficou em segundo plano. 

A equipe evoluiu muito e chegou na final do Mineiro com um futebol convincente e com boas chances de bater o rival azul. 

Na primeira partida da decisão, atuação quase impecável e grande vitória por 3x1. Entretanto, na volta, alguns jogadores do Galo pipocaram, o Cruzeiro achou que era final de Libertadores e foi campeão.

A essa altura do campeonato, o ótimo trabalho de Larghi falava por si. Nenhuma crise foi instaurada e ninguém pedia a cabeça do treinador, algo extremamente raro no futebol do Brasa. Nem mesmo com as eliminações patéticas na Copa do Brasil e Copa Sulamiranda, para Chapecoense e San Lorenzo, respectivamente, a moral dele foi arranhada.

Pelo contrário, a torcida sabia muito bem a quem xingar: Sette Câmara e Tadeu.

(Foto: Bruno Cantini/Atlético)
O presidente teve a grande ideia de mandar time reserva para o jogo da volta, em casa, contra o San Lorenzo, pois achava que era mais fácil conquistar a Copa do Brasil e o Brasileirão. Além disso, teve a pachorra de dizer que a torcida que o criticava era a mesma que iria gritar o nome dele quando o time fosse campeão.  

Na semana seguinte, o Galo foi eliminado da Copa do Brasil.

Já Tadeu, bom, vocês sabem. Não tinha o menor traquejo para ser diretor de futebol. Entregava negociações na imprensa, perdeu contratações de jogadores, trouxe Saumel Xavier, enfim... Podre.

Pois bem, por enquanto é isso. Algum dia eu volto com a segunda parte dessa série, em que vamos tratar do Brasileirão. 

Um beijo na alma 


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