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Operário e Operado: começou 2019


Uma estreia muito além do esperado, evidenciou que Dado Cavalcanti terá trabalho nesse começo de temporada. Em um jogo fraco, o Tricolor se mostrou bastante tímido dentro de campo, e ainda contou com a chuva e com as trabalhadas da arbitragem.

Foto: Geraldo Bubniak
O JOGO
A chuva chegou ao Durival de Britto pouco antes da bola rolar e castigou o futebol das equipes. A primeira etapa foi muito mais brigada do que jogada. O Operário chegava forte em todas as bolas e o Tricolor tentava se encaixar em campo. Quem começou a se destacar foi o árbitro, senhor Paulo Roberto Alves Jr, que queria chamar a atenção a qualquer custo.

O árbitro começou a inventar faltas para os dois lados, brigar com os técnicos, querer ser o protagonista. Aos 40’ o árbitro conseguiu o que queria: numa dividida entre Eduardo Bauermann e Jean Carlo, o zagueiro tirou a bola, mas o árbitro resolveu marcar a falta e expulsar o defensor Paranista.

Tendo que jogar com 10 o 2º tempo inteiro, o Tricolor, que já não atacava muito, teve que priorizar a defesa ao ataque. Armado em um 4-4-1, o time Paranista buscava um contra-ataque para buscar seu gol, mas pecava demais na saída e armação de jogo. As melhores chances foram criadas a partir da bola parada: Jenison acertou o poste e Rodolfo parou em boa defesa de Simão. Keslley ainda teve boa chance, sozinho na área, mas cabeceou pra fora.

Já o Operário tentava aproveitar a vantagem numérica, mas não conseguia infiltrar na defesa Paranista. Thiago Rodrigues também aparecia bem no jogo. Mas o castigo veio aos 41’ do 2º tempo: em uma furada geral da defesa Paranista, a bola sobrou para Dione tirar do goleiro e dar os 3 pontos aos visitantes.

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Foto: Franklin de Feitas
ATUAÇÕES
Diante da situação, de jogar com um a menos, é difícil avaliar as atuações da equipe Paranista. Thiago Rodrigues teve boa atuação na meta. Eder Sciola apareceu bem na defesa pela direita, mas pouco apareceu no ataque. Timbó e Bauermann faziam bom jogo, mas acabaram injustiçados com a expulsão. Juninho não demonstrou sua capacidade do ano passado e foi bem discreto.

O trio do meio campo quase não apareceu. Kadu e Luiz Otávio brigavam bastante, mas erravam bastante na saída de bola, enquanto a bola parecia queimar nos pés de Higor Leite. Andrey foi sacrificado com a expulsão de Bauermann e pouco mostrou, assim como Keslley. Jenison não teve muitas oportunidades, mas se enrolou bastante com a bola e andava em campo, não fazendo pressão nos zagueiros.

Rodrigo Carioca entrou pilhado no 2º tempo e sofreu muitas faltas. Rodolfo também foi seguro na zaga e quase conseguiu marcar de cabeça. Alesson pouco tempo teve para tentar mudar o jogo.

Claramente o entrosamento foi um dos fatores que dificultaram o jogo Paranista, somado a chuva e a expulsão, deixaram o jogo bem decepcionante.

NA SEQUÊNCIA
O Tricolor volta a campo na quinta-feira (24/01), novamente na Vila Capanema, diante do Foz do Iguaçu. O adversário tomou 4 em casa do coritiba e precisa da recuperação, assim como o Paraná.

Fernando Neto pode reforçar a equipe se tiver o nome divulgado no BID, assim como o atacante Cléo e o zagueiro Leandro Almeida, que estiveram na Vila Capanema neste domingo, mas ainda não foram apresentados oficialmente.

Nada menos do que uma vitória pode ser esperada.

Fellipe Vicentini | @_FellipeS
#PRaCima

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