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Cabeça de Burro

(Foto: Reprodução Twitter)


40 minutos da segunda etapa, seu time está perdendo em casa para uma agremiação fadada ao rebaixamento, o inevitável acontece: os gritos de "BURRO!" vêm das arquibancadas como um mantra. Com certeza, havia ali uma "Cabeça de Burro", só não sei se ela estava sobre o pescoço de Fernando Diniz.

A expressão "Cabeça de Burro Enterrada" é muito comum em algumas regiões do Brasil. Ela foi cunhada por criadores de cavalo que esperavam a gestação de sua égua e quando o filhote nascia eles descobriam que aquele animal era um jumento.

Jumento é o resultado do cruzamento entre uma égua e um burro. Ele é infértil e seu valor comercial é muito baixo. Os criadores encaravam essa situação como um grande azar, então abatiam o pobre bebê equino e o enterravam bem longe das suas posses para evitar a falta de sorte e levar o aquele mal para onde o bichinho fosse enterrado.

O jumento virou o burro na expressão e deve haver alguma "Cabeça de Burro" enterrada nos gramados por onde o Fluminense joga. 

32 finalizações, 67% da sua posse de bola na intermediária ofensiva contra uma equipe retrancada. O time jogou bem, não poderia ter feito nada muito diferente do que fez. A bola simplesmente não quis entrar, falta de sorte.

Agora o burro se foi, aqueles que pediram a sua cabeça estão satisfeitos. Só falta saber se vão pedir a cabeça do jumento também, essa sim a culpada do malfadado ano tricolor até aqui.

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