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Robespierre Tricolor, a sua cabeça que rolou.

(Robespierre, c.1790, no Museé Carnaveletn-Paris)

No ano de 1789 se iniciou na Europa um período que ficaria marcado em toda a história, a Revolução Francesa, quando a monarquia absolutista do Rei Luis XVI foi extinta e a República da França nasceria. 

O líder dessa agitação foi o advogado Maximillen Robespierre, a guilhotina foi o instrumento utilizado por esse personagem histórico para punir aqueles que não estavam "preparados" para viver no novo regime.

A maior parte da torcida do Fluminense pediu a cabeça do técnico Fernando Diniz, durante a partida contra o CSA, os gritos de "burro" ecoavam e os torcedores afiavam a guilhotina do resultado.

A navalha caiu e a cabeça rolou...

Extasiados, os tricolores foram para as redes sociais comemorar a queda do técnico, assim como os franceses foram ás ruas celebrar a queda da Bastilha. Para ambos os grupos, não importava as consequencias de seus atos, so importava a mudança.

Robespierre inflamou a população novamente, dessa vez o político francês pediu a cabeça do rei Luis XVI. O rei foi guilhotinado e a população, mais uma vez, celebrou. O tricolor pedia a cabeça do presidente Pedro Abad, tentando fugir da navalha o mandatário antecipou as eleições e saiu pelas portas dos fundos do clube.

Os revolucionários tricolores ainda queriam sangue e alguns trogloditas agrediram Abad na última quinta-feira no Maracanã. 

Os Robespierres tricolores queriam cabeças, não se preocupavam com o resultado. Mal sabem eles que no fim da Revolução Francesa, o próprio Robespierre foi executado pela guilhotina que ele tanto amou usar.

Tricolor, a sua cabeça rolou e o culpado é você mesmo.


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