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Heróis de uma nação: El Belo


O Flamengo apelou pra tudo que era coincidência ou superstição possível pra encerrar o jejum da Libertadores. Até mesmo pra história. Se a conquista da América começa pelo Tratado de Tordesilhas, era necessário ter um espanhol, já que o português já tínhamos. E ele apareceu. Pablo Marí, a contratação mais aleatória do ano.

Foi a contratação de Jesus. Foi ao centro de análise de desempenho e pediu: "Quero um zagueiro alto, bom no jogo aéreo, com saída de bola e bom passe longo". Entregaram-lhe Marí, zagueiro da segunda divisão espanhola.

Oi?

É. Contratação discreta e pouco alardeada, Marí foi o último encaixe desse time histórico. E foi testado no turbilhão de emoções que é o Flamengo. Primeiro jogo: 3x2 contra o Botafogo. Segundo jogo: Flamengo 2x0 Emelec.

O próprio já disse que sua primeira impressão foi de incredulidade. "Onde eu vim parar?". A massa emocionou o espanhol que fez dois excelentes jogos e dali pra frente teve vaga cativa no time.

Segurança no jogo aéreo e bela saída de bola, Marí só se complica no mano a mano. Mas num time bem treinado, quase nunca é exposto a isso.

Mais uma história incrível de um jogador desacreditado e que virou um pilar do time. O espanhol que veio parar no Brasil para jogar no maior do mundo e ver de perto o que é a paixão na América do Sul.

Marí, o primeiro espanhol a conquistar a américa.

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