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Uma partida para se esquecer

Fala, nação azul. Confesso que estava mal acostumada com a sequência de invencibilidade da Raposa e perder para o Botafogo dentro de casa foi decepcionante. Porém, essa derrota veio com o gostinho de “calma, torcedor, o nosso objetivo não é G4 e sim não ser rebaixado”. Esquecemos rápido demais do nosso principal propósito e nosso foco é a Copa do Brasil e a permanência na elite do campeonato.

Podemos dizer que desde que Mano Menezes chegou, o Cruzeiro teve sua pior atuação, foi abaixo da média, sem criatividade e cometeu falhas que custaram os três pontos.

@Cruzeiro
A derrota não significa que o time irá regredir, pelo contrário. Se encaramos com um ponto positivo, pode servir como aprendizado para a equipe, essa é a chance de concertar os erros grotescos e desnecessários, mas em poucas palavras Mano Menezes conseguiu resumir o jogo: “Não dá para separar o sistema defensivo do ofensivo. Não fomos bem como equipe, fizemos um jogo abaixo, tivemos dificuldade para encontrar soluções, para um time que propôs uma marcação mais baixa. Não estávamos inspirados”.

Pela frente, o Cruzeiro tem adversários difíceis, entre eles: São Paulo, Atlético- MG e Flamengo, se meu coração vai aguentar? Com certeza, não. O próximo confronto é contra o São Paulo e quando o assunto é pontos corridos o Cruzeiro não tem muita sorte ao enfrentar a equipe, então já preparem para pedreira que temos na quinta-feira às 21h.

E um último detalhe, porém não menos importante, a Raposa tem dois desfalques para esse duelo: Arrascaeta e Ábila, que receberam o terceiro cartão amarelo (que todo mundo sabe, que eles forçaram o terceiro cartão, para não desfalcar no clássico, mas essa parte ninguém conta).

Sobre o jogo:

O confronto entre Cruzeiro e Botafogo era para testar a paciência do jogador e principalmente dos torcedores, a equipe carioca veio com uma proposta defensiva que estava quase impossível, se não impossível de se infiltrar.

O primeiro tempo celeste foi decepcionante, vimos um Cruzeiro apático e as melhores oportunidades da Raposa eram sempre em falta ou escanteio e apesar do Maior de Minas não estar em uma tarde inspirada, conseguia pressionar o elenco visitante, ou seja, uma primeira etapa totalmente equilibrada.

A etapa complementar, sem duvida começou melhor que a primeira, ao contrario da primeira etapa, a Raposa estava com mais eficiência e tinha mais cautela ao criar suas jogadas.

@Cruzeiro
Entretanto, a sorte não estava a favor do grupo celeste, para vocês terem noção do quanto a situação estava ruim, no jogo ontem até Wanchope Ábila perdeu gol, meus amigos, e quando fez um humilde gol, o famoso gol da misericórdia  a arbitragem anulou o tento legal da Raposa.

Enquanto a equipe azul e branca brincava com o azar, o Botafogo aproveitou as duas boas oportunidades para balançar as redes, a primeira foi aos 20’ com Canales e o time carioca ampliou sua vantagem aos 34’ com um golaço de Camilo.


Paula Fernandes @Paulinha_CEC

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