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Torcida única, gol único, momento único: Frescar faz parte

Neste domingo (30), deu-se o pontapé inicial para a terceira final entre CRB e CSA no século XXI. O Regatas, mandante, com sua torcida ocupando totalmente o estádio sem presença da torcida rival, teve o apoio de sua massa e saiu com um largo sorriso no fim do jogo, mas não tão largo assim.

Foto: Thiago Davino
O gol do Regatas aos 45' do primeiro tempo dava um gás diferente no jogo. Após tiro de meta cobrado por Juliano, a bola atravessou todo o campo e encontrou Neto Baiano, que com um "golpe de karatê" na bola, abriu o placar na saída do goleiro Jeferson. CRB 1 a 0 CSA.

Boaventura e Adriano foram essenciais na marcação. Verdadeiros guerreiros em campo, o zagueiro da camisa nº 3, vestiu a camisa por cima da pele, literalmente. Flávio, após receber cartão amarelo no primeiro tempo, é um dos desfalques do Regatas para o segundo jogo da final. Marcos Martins também recebeu cartão amarelo e não dará as caras no jogo decisivo da competição.

A equipe azulina não teve muita sorte na primeira partida da final. Os atacantes e jogadores que compõem o meio de campo não conseguiam chegar bem ao gol do Regatas, deixando feliz o arqueiro Juliano, do CRB. Everton Heleno, jogador de mais destaque neste campeonato estadual, não teve tanto brilho. Foi importante na ligação entre defesa e ataque, mas se atrapalhando com a bola, errando passes e sendo desarmado principalmente pelo fantástico volante Adriano.

Por sorte, parece que desta vez foi encontrado um jogador a altura de Olívio para assumir a camisa de número 5 do Galo. Adriano vem fazendo partidas regulares e não erra com frequência. Fazendo o simples e agradando o torcedor que não gosta muito de ver seus jogadores de defesa sendo muito utilizados.

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