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Arsenal se recupera, tem boa atuação e derrota Bournemouth

Por: Thalles Monari.

Após duas viagens indigestas, à Stoke-on-trent e Liverpool, o Arsenal voltou a se apresentar em casa pela Premier League. Hoje, em partida válida pela 4ª rodada da liga nacional, os Gunners receberam o Bournemouth, um dos piores times do campeonato até então. E apesar da fragilidade dos Cherries, era notório que se quiséssemos sair do Emirates com a vitória e uma boa apresentação, teríamos que ter atenção em todos os lances, muito pelo atual momento do time. E assim foi, do início ao fim.

Parece que a tediosa pausa internacional veio na melhor hora possível, pois vimos um Arsenal leve, desde o primeiro minuto de jogo, com boa organização e um time que para muitos, é o ideal: A defesa sendo formada por Mustafi, Koscielny e Monreal, com Bellerin e Kolasinac nas alas, Xhaka e Ramsey no meio, e Lacazette no comando de ataque. Só faltou Alexis Sanchez, que, segundo alguns relatórios, chegou a sentir certo desconforto, muito pelos desgastantes jogos defendendo o Chile nas eliminatórias, e por conta disso, foi poupado, ficando hoje como opção no banco de reservas. Apesar da ausência de Sanchez no XI inicial, a equipe não sentiu falta alguma do chileno, isso porque contou com o sempre muito contestado Welbeck, em um de seus melhores dias com a camisa do Arsenal. Dois gols e uma assistência. O cara da partida. 

O primeiro gol do jogo saiu logo aos seis minutos, com o avanço de Kolasinac pelo flanco esquerdo, como bem gosta; ele acionou Danny Welbeck na área, que desviou no contrapé do goleiro rival. Era tudo o que precisávamos, um gol no início que pudesse aliviar uma possível tensão no estádio se eventualmente demorássemos a marcar. Após isso, o Arsenal que já se encontrava leve e confortável no jogo, se sentiu ainda mais. Com Granit Xhaka e Özil participativos na primeira etapa, os Gunners dominaram todas as ações, e com muito volume de jogo, chegou ao segundo gol ainda no primeiro tempo: Danny Welbeck serviu, e Lacazette, da entrada da área, acertou o ângulo de Begovic e ampliou o placar. Um gol que mostra todas as virtudes do francês: um bom posicionamento, agilidade, força e muita precisão na hora de finalizar. A adição que precisávamos em muito tempo.  

Na segunda etapa, o Arsenal continuou muito dominante, apostando na boa movimentação de seus homens de meio e das incessantes trocas de passes, com boas triangulações. E novamente, logo no início, dessa vez aos cinco minutos, Welbeck marcou mais um; Lacazette pressionou e roubou a bola na saída de jogo do Bournemouth, Aaron Ramsey armou o contra-ataque e rolou para Danny Welbeck concluir com enorme categoria. Chute cruzado, rasteiro, sem chances de defesa. Ainda tivemos, em seguida, um dos lances mais bonitos da tarde hora ensolarada, hora chuvosa no Norte de Londres. Foi quando Danny Welbeck passou pelos defensores adversários, invadiu a área e com um toque magistral quase fez um hat-trick por cobertura. Definitivamente, uma apresentação que merece aplausos e elogios. 

O Arsenal ainda teve algumas oportunidades. Giroud e Alexis Sanchez entraram na metade do segundo tempo, mas o placar não sofreu alterações. Um 3-0 convincente, no entanto, ainda assim é um time que não inspira tanta confiança em seu torcedor, visto o histórico recente. E para mudar isso, a tarefa pode não ser tão simples, mas há material de qualidade para tal. Na teoria, precisamos manter este mesmo nível de atuação quando as exigências forem maiores, mas principalmente, ter um espírito combatente em todos os jogos. Talvez com isso, consigamos chegar a algum lugar na temporada. A esperança é essa.

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