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Não foi milagre, foi tradição

Um “Olá” para você que é cruzeirense, para você que não é eu apenas lamento, porque ser Cruzeiro é bom demais. Fala nação azul, como vocês estão? Bom, estou me sentindo pentacampeã, até quem fim, nação azul, finalmente o grito de campeão, ou melhor, dizendo PENTACAMPEÃO.
           
O Cruzeiro mereceu esse titulo, ele apenas plantou aquilo que colheu, merecedor de todas as glórias. O único time que sobreviveu ás fases de grupo, as oitavas, quartas, semifinais e final para coroarmos com chave de ouro. Sim, nossa trajetória foi e sempre será contra tudo e todos, contra uma mídia opressora que desde o inicio do ano colocou o Cruzeiro como um dos piores times e agora? O Maior de Minas provou o seu valor, manteve nossa tradição, mostrou para todos que aquilo que conquistamos não é milagre, é tradição.

Nono título nacional do Cruzeiro. Não, vocês não leram errado, NONO. O terceiro nos últimos cinco anos. É um Gigante Incontestado, sim Senhor. A Raposa já chegou em sete finais na Copa do Brasil e conquistou cinco títulos. Que história. Da-lhe Da-lhe, Cruzeiro.  

                                                                       Fotos: Cristiane Mattos/Cruzeiro

O orgulho invade milhões de torcedores cruzeirenses, Cruzeiro obrigada por nos fazer tão feliz, valeu a pena cada esforço, raça, sangue nos olhos e total entrega dos jogadores juntos com a torcida, valeu a pena todas as lágrimas que foram derramadas, toda emoção sentida que sempre vinha acompanhada da ansiedade, até os ataques cardíacos valerem a pena e como dizia o sábio Diogo Barbosa: “ Essa camisa é pesada demais, atura ou surta”.

Sobre o jogo, vamos começar falando da festa maravilhosa, que a torcida azul e branca fez no Gigante da Pampulha, primeiramente quebrou o recorde de público e depois fazem uma festa digna de um campeão, meu coração não aguenta galera. O momento de festa logo passou assim que o juiz apitou o inicio da partida, o que era festa foi substituído pela tensão no ar, tudo bem que pensei que seria difícil/sofrida o jogo, porém ainda conseguiram me surpreender.


                                                                       Fotos: Cristiane Mattos/Cruzeiro

Era um confronto de paciência, jogar no erro do adversário, até porque eram duas grandes equipes que sempre se enfrentaram, ou seja, já estavam acostumados com as estratégias, estilo de jogo, porém quem sofre com tudo isso somos nós, ao todo foi uma partida equilibrada com duas chances para os dois lados, só que tinha um “porém”, queríamos evitar os pênaltis, amigos? Porque isso já é um esforço a mais para o meu humilde coração e para resumir tudo: Fábio brilhou mais uma vez, Thiago Neves, Diogo Barbosa, Léo foram impecáveis e o final vocês já sabem. 

Paula Fernandes/@Paulinha_CEC

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